Policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente fecharam um galpão clandestino em Duque de Caxias, onde estavam sendo refinados combustíveis de forma ilegal. Seis pessoas foram presas e 20 mil litros de combustível adulterado foram apreendidos, junto com veículos e equipamentos usados na atividade criminosa. O local não tinha licença ambiental e representava risco de explosões e contaminação do solo. Durante a operação, um homem foi preso por estar com uma motocicleta roubada. A investigação continua para encontrar outros envolvidos e descobrir a origem do combustível.
Policiais civis da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) fecharam um galpão clandestino em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na última quinta-feira. A operação resultou na prisão de seis pessoas e na apreensão de 20 mil litros de combustível adulterado, além de veículos e equipamentos utilizados na atividade criminosa.
O local funcionava como um ponto de adulteração de combustíveis, onde os criminosos misturavam diversos componentes químicos. Essa prática ilegal representa risco de explosões e contaminação do solo e do lençol freático, conforme informações da Polícia Civil. Os presos foram identificados como operadores diretos do esquema.
Durante a ação, os agentes constataram que o galpão não possuía qualquer licença ambiental ou autorização para o armazenamento de produtos inflamáveis. Além do combustível, foram apreendidos veículos e aparelhos utilizados na operação.
Investigação em Andamento
Os policiais também abordaram um homem em atitude suspeita que estava com uma motocicleta. A verificação revelou que o veículo havia sido roubado em novembro de 2024, em Duque de Caxias, resultando na prisão do suspeito por receptação.
A DPMA continua as investigações para identificar outros envolvidos no esquema e determinar a origem do combustível adulterado. A ação destaca a importância do combate a crimes ambientais e a proteção da saúde pública.
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