O cabo Júlio Cesar da Silva Costa, de 43 anos, foi assassinado em Cubatão, São Paulo, enquanto atendia um chamado de segurança privada. Ele foi atingido na cabeça durante o patrulhamento na noite de sexta-feira. Menos de 24 horas depois, a Polícia Militar prendeu Bruno Rafael Bezerra de Lima, o principal suspeito, na Rodovia Castello Branco, quando ele tentava fugir para o Paraguai. A prisão ocorreu após uma denúncia anônima e o rastreamento do veículo em que ele estava. Durante a abordagem, foram encontrados R$ 1,9 mil em espécie. Bruno confessou o crime e já tinha um histórico criminal, incluindo um homicídio em 2021. O motorista do aplicativo que o ajudava também foi preso. O caso está sendo investigado na Delegacia de Investigações Gerais de Itapetininga. Júlio deixa uma esposa e uma filha de 12 anos. Ele foi levado ao hospital, mas não sobreviveu aos ferimentos. A Polícia Militar lamentou sua morte e destacou seu compromisso com a segurança.
A Polícia Militar de São Paulo prendeu na noite de ontem o suspeito de assassinar o cabo Júlio Cesar da Silva Costa, de 43 anos, durante um patrulhamento em Cubatão. O crime ocorreu na noite de sexta-feira, 23, quando o policial foi atingido na cabeça enquanto verificava um chamado de segurança privada.
O suspeito, identificado como Bruno Rafael Bezerra de Lima, foi capturado na Rodovia Castello Branco, tentando fugir para o Paraguai. A prisão aconteceu menos de 24 horas após o homicídio, conforme destacou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O homem foi encontrado em um veículo de aplicativo, acompanhado de um motorista, e ambos foram detidos próximo ao km 139 da rodovia.
A abordagem policial foi facilitada por uma denúncia anônima e pelo rastreamento do carro através de câmeras de monitoramento. Durante a detenção, foram apreendidos R$ 1,9 mil em espécie. O suspeito confessou o crime e foi reconhecido por um dos policiais que acompanhava a vítima. Ele já tinha um histórico criminal, respondendo por um homicídio qualificado em 2021.
Reações e Consequências
O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, expressou suas condolências à família do cabo e ressaltou que nenhum ataque às forças policiais será tolerado. O motorista do aplicativo também foi preso, suspeito de auxiliar na fuga do criminoso. O caso foi registrado na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itapetininga, onde ambos os detidos foram apresentados à justiça.
O cabo Júlio Cesar da Silva Costa deixa uma esposa e uma filha de 12 anos. Ele foi levado ao pronto-socorro após o ataque, mas não resistiu aos ferimentos. A Polícia Militar lamentou a perda de um profissional dedicado e corajoso, destacando seu compromisso com a segurança da população.
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