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Ladrão de fotos de Churchill é condenado a dois anos de prisão

Homem é condenado a quase dois anos de prisão por roubo de fotografia icônica de Churchill; obra foi recuperada na Itália.

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Jeffrey Wood, um homem canadense, foi condenado a quase dois anos de prisão por roubar uma famosa fotografia de Winston Churchill chamada “The Roaring Lion” do hotel Château Laurier em Ottawa. O roubo aconteceu entre o Natal de 2021 e o início de janeiro de 2022, e Wood também se declarou culpado de falsificação. A imagem, tirada por Yousuf Karsh em 1941, é muito conhecida e aparece na nota de £5 do Reino Unido. A polícia recuperou a fotografia em Genoa, na Itália, onde estava com um comprador que não sabia que era roubada. O crime foi descoberto em agosto de 2022, quando um funcionário do hotel notou que a foto original havia sido trocada por uma cópia. Durante o julgamento, Wood disse que roubou a foto para ajudar seu irmão com problemas de saúde mental. O juiz Robert Wadden destacou a importância cultural da fotografia e a gerente do hotel, Geneviève Dumas, ficou satisfeita com a recuperação da obra. Wood recebeu uma pena de “dois anos menos um dia”, o que significa que ele cumprirá a pena em uma prisão provincial, e seu advogado considerou a sentença muito severa, já que ele não tinha antecedentes criminais.

Um homem canadense, Jeffrey Wood, foi condenado a dois anos de prisão por roubar uma famosa fotografia de Winston Churchill, intitulada “The Roaring Lion”. O crime ocorreu entre o Natal de 2021 e o início de janeiro de 2022, no hotel Château Laurier, em Ottawa. Wood também se declarou culpado por falsificação.

A imagem, capturada por Yousuf Karsh em 1941, é uma representação icônica do ex-primeiro-ministro britânico e aparece na nota de £5 do Reino Unido. A polícia de Ottawa informou que a fotografia foi recuperada em Genoa, na Itália, onde estava com um comprador privado que não sabia que era roubada. A obra retrata um Churchill sério, aos 67 anos, logo após um discurso no parlamento canadense.

Sentença e Repercussão

A descoberta do roubo só ocorreu em agosto de 2022, quando um funcionário do hotel percebeu que a foto original havia sido substituída por uma cópia. Durante a audiência, Wood alegou que o roubo foi motivado pela necessidade de ajudar seu irmão, que enfrenta problemas de saúde mental. O juiz Robert Wadden enfatizou a importância cultural da fotografia, afirmando que “roubar, danificar e traficar tal propriedade é uma violação da confiança da sociedade”.

A gerente do Château Laurier, Geneviève Dumas, expressou satisfação com a recuperação da obra, destacando que a história canadense foi reconhecida. Wood recebeu uma pena de “dois anos menos um dia”, o que significa que cumprirá sua sentença em uma instituição provincial, e não em uma prisão federal. O advogado de Wood considerou a pena “desnecessariamente severa”, dado que ele é um infrator primário.

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