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Jovem motociclista de app morre após ser lançado em acidente em São Paulo

Acidente fatal em São Paulo levanta questões sobre segurança em mototáxis; Justiça investiga e empresa 99 oferece suporte às vítimas.

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Uma jovem de 22 anos, chamada Larissa Barros Máximo Torres, morreu em um acidente de moto em São Paulo no dia 24 de outubro. O acidente aconteceu na avenida Tiradentes quando a moto colidiu com a porta aberta de um carro de aplicativo. O motorista do carro estava embriagado e não se lembrava do que aconteceu. O caso foi registrado como homicídio culposo. Larissa voltava do trabalho e sua família ficou preocupada ao não vê-la retornar. O tio dela expressou indignação pela situação. A empresa 99, responsável pela corrida de moto, lamentou o ocorrido e está oferecendo suporte às vítimas, mas afirmou que o motorista do carro não estava trabalhando para eles no momento do acidente. A Justiça de São Paulo já havia proibido o serviço de mototáxi, mas a 99 diz que opera legalmente. A prefeitura criticou a operação de mototáxis e colocou faixas de alerta na avenida onde ocorreu o acidente. A Polícia Civil está investigando o caso e planeja interrogar os envolvidos.

Uma jovem de 22 anos, identificada como Larissa Barros Máximo Torres, faleceu em um acidente de moto na noite de sábado, 24 de outubro, em São Paulo. O incidente ocorreu na avenida Tiradentes, quando a moto que a transportava colidiu com a porta aberta de um carro de aplicativo.

O motorista do carro, que estava com dois passageiros, alegou que não se lembrava dos detalhes do acidente devido ao estado de embriaguez. O caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor. A Secretaria da Segurança Pública informou que o motociclista também foi levado ao hospital, mas não aguardou a chegada da polícia.

Larissa estava voltando do trabalho e havia recebido um prêmio como melhor funcionária. Sua família acompanhava a corrida pelo aplicativo e ficou alarmada ao não vê-la retornar. O tio, Carlos Alberto Torres, expressou indignação, questionando como duas pessoas embriagadas poderiam abrir a porta e causar uma tragédia.

Reação da Empresa

A empresa 99, responsável pela corrida de moto, lamentou o ocorrido e afirmou que está oferecendo suporte integral aos envolvidos, incluindo assistência psicológica e auxílio funeral. A companhia destacou que o motorista do carro não estava realizando uma corrida para a 99 no momento do acidente.

A Justiça de São Paulo já havia proibido o serviço de mototáxi na cidade, mas a 99 alega que opera legalmente. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) criticou a operação de mototáxis, temendo um aumento nos acidentes. A prefeitura instalou faixas de alerta na avenida onde ocorreu o acidente, destacando a proibição do serviço.

Investigação em Andamento

A Polícia Civil investiga o caso e planeja interrogar os envolvidos para esclarecer os fatos. O passageiro do carro que abriu a porta estava embriagado e não se recorda dos detalhes do acidente. O boletim de ocorrência aponta que ele era passageiro de um veículo que também operava como transporte por aplicativo.

A situação gerou polêmica sobre a segurança do serviço de mototáxi, com a administração municipal buscando regulamentações mais rigorosas. A 99, por sua vez, se colocou à disposição das autoridades para colaborar com as investigações, reafirmando que não descumpre ordens judiciais.

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