Moradores da favela do Areião, em São Paulo, protestaram hoje de manhã, bloqueando parte da marginal Pinheiros e afetando a circulação de trens. O protesto começou às 5h30 e foi motivado por ameaças de despejo que podem afetar entre 1.500 e 2.000 pessoas. Os manifestantes fizeram barricadas e atearam fogo em objetos, causando congestionamentos que chegaram até a marginal Tietê. A Polícia Militar foi chamada e, após negociações, liberou a via por volta das 7h. Durante a manifestação, o rodízio de veículos foi suspenso. A circulação nas linhas 9-Esmeralda e 8-Diamante da ViaMobilidade também foi afetada, com trens parando na estação Presidente Altino por cerca de uma hora. Os moradores seguravam faixas pedindo por moradia digna e informações sobre os despejos. A Prefeitura de São Paulo não se pronunciou sobre a situação. A PM usou bombas contra os manifestantes, e a Secretaria de Segurança Pública informou que cerca de 100 pessoas participaram do protesto, destacando que a presença da polícia era para garantir a segurança. A situação na área permanece tensa, com moradores preocupados com os despejos.
Moradores da favela do Areião, na zona oeste de São Paulo, realizaram uma manifestação na manhã de hoje, bloqueando parcialmente a marginal Pinheiros e afetando a circulação de trens. O protesto, que começou por volta das 5h30, foi motivado por ameaças de reintegração de posse que podem impactar entre 1.500 e 2.000 residentes da comunidade.
Os manifestantes formaram barricadas na pista expressa e atearam fogo em objetos, causando congestionamentos que se estenderam até a marginal Tietê. A Polícia Militar (PM) foi acionada e, após negociações, a via foi liberada por volta das 7h. Durante o protesto, o rodízio de veículos foi suspenso nas marginais Pinheiros e Tietê.
Impacto no Transporte
A manifestação também comprometeu a circulação nas linhas 9-Esmeralda e 8-Diamante da ViaMobilidade. Os trens pararam de circular na estação Presidente Altino por cerca de uma hora, mas a situação foi normalizada às 7h30. A concessionária informou que o fluxo de passageiros nas plataformas foi elevado, mas estava em processo de normalização.
Os moradores seguravam faixas com mensagens de “luta contra os despejos”, exigindo condições dignas de moradia e informações sobre a reintegração. A Prefeitura de São Paulo não se manifestou até o fechamento desta matéria sobre a situação da comunidade, que ocupa uma área de aproximadamente 1.800 metros quadrados.
Reação da Polícia
Imagens divulgadas mostram a PM utilizando bombas contra os manifestantes na entrada da favela. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que cerca de 100 moradores participaram do protesto e que a presença da PM foi para garantir a segurança do Corpo de Bombeiros. A situação na região continua tensa, com moradores preocupados com os possíveis despejos.
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