Bruna Villarinho está em luto pela morte de seu marido, Fábio Toshiro Kikuta, que foi atropelado por Vitor Vieira Belarmino, um influenciador digital que fugiu do local. Após dez meses foragido, Vitor se entregou à polícia, e Bruna expressou alívio com a prisão. O acidente ocorreu em julho de 2024, menos de 24 horas após o casamento do casal, quando Fábio foi atingido por uma BMW dirigida por Vitor, que estava em alta velocidade. Ele nega a responsabilidade pela morte, afirmando que não viu o casal antes do atropelamento. A polícia investiga o caso como homicídio doloso, e Vitor também é acusado de omissão de socorro. Bruna, que não se feriu fisicamente, disse que sua alma está dilacerada e que espera que a justiça seja feita. Vitor, que estava acompanhado por quatro mulheres no carro, fugiu sem prestar socorro e, segundo a perícia, dirigia entre 109 km/h e 160 km/h em uma área onde o limite é 70 km/h. Ele se entregou à polícia após ser convencido por seu advogado e questionou se havia tomado a decisão certa. A defesa de Vitor afirma que ele se arrepende de não ter ajudado Fábio, mas não se sente responsável pela morte.
Nos últimos dez meses, Bruna Villarinho enfrentou um luto profundo após a morte de seu marido, Fábio Toshiro Kikuta, atropelado por Vitor Vieira Belarmino, que fugiu do local. O acidente ocorreu em 13 de julho de 2024, menos de 24 horas após o casamento do casal, na Avenida Lúcio Costa, no Rio de Janeiro. Fábio, de 42 anos, morreu no local, enquanto Vitor, de 30 anos, permaneceu foragido até se entregar à polícia na última segunda-feira.
Bruna expressou alívio com a prisão de Vitor, afirmando que sua espera por justiça estava repleta de incertezas. “Agora eu sei e tenho a certeza que as coisas vão continuar e a Justiça vai fazer a parte dela”, disse em entrevista ao programa Fantástico. A investigação revelou que Vitor dirigia a 109 km/h, muito acima do limite de 70 km/h, e que ele assumiu o risco de matar ao fugir do local sem prestar socorro.
Detalhes do Acidente
Imagens de câmeras de segurança e depoimentos indicam que Vitor estava em alta velocidade no momento do atropelamento. Bruna, que não sofreu ferimentos físicos, relatou que sua alma estava “dilacerada” pela perda. O delegado Alan Luxardo, responsável pela investigação, informou que Vitor se entregou à polícia de forma tranquila, mas hesitou ao questionar se havia tomado a decisão correta.
A defesa de Vitor alega que ele não se sente responsável pela morte, afirmando que não viu o casal antes do impacto. “Ele sabe que causou um acidente, mas não se sente responsável pela morte”, declarou o advogado Gabriel Habib. Quatro mulheres que estavam com Vitor no carro também foram indiciadas por omissão de socorro.
Repercussão e Expectativas
Bruna, que agora vive uma nova fase do luto, ressaltou que o vínculo com Fábio permanece forte. “Ele está muito vivo em mim, a nossa família estava ali formada e o nosso laço vai ser eterno”, afirmou. A viúva espera que Vitor permaneça preso e que ele responda por suas ações.
O caso gerou grande repercussão e levantou questões sobre a responsabilidade de motoristas em acidentes fatais. A Polícia Civil informou que Vitor foi localizado após diversas diligências e que sua entrega foi resultado de um trabalho contínuo de busca.
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