A escola Eleva, no Rio de Janeiro, expulsou um aluno do ensino médio por racismo. O estudante já havia sido suspenso anteriormente por ofender um colega, chamando-o de “macaco” e fazendo referências à escravidão. A mãe da vítima ficou surpresa com a reincidência das agressões, que ocorreram novamente dentro da escola. Ela soube da expulsão através da direção e mencionou que, na primeira ocorrência, a escola tomou medidas disciplinares, como a suspensão do aluno agressor. A escola afirmou que prioriza um ambiente seguro e inclusivo, e que, ao saber das ofensas, fez uma apuração interna e atendeu as famílias envolvidas. A instituição reafirmou seu compromisso com a diversidade e com ações contra o racismo.
A Escola Eleva, localizada no Rio de Janeiro, expulsou um aluno do ensino médio por práticas de racismo na semana passada. O estudante, que já havia sido suspenso anteriormente, foi acusado de agredir novamente um colega por conta da cor de sua pele. A mãe da vítima expressou sua surpresa com a reincidência das ofensas.
O incidente mais recente ocorreu dentro da escola, onde o aluno expulso teria agredido o mesmo colega que, meses antes, foi chamado de “macaco” durante uma partida de futebol. Na ocasião anterior, o agressor também fez referências à escravidão, afirmando: “Você já foi meu escravo”. A mãe da vítima relatou que foi informada sobre a expulsão pela direção da Unidade Urca, onde ocorrem as aulas do ensino médio.
Medidas da Escola
A Eleva informou que, ao tomar conhecimento das ofensas raciais, iniciou uma apuração interna e reuniu os responsáveis pelos alunos envolvidos. A escola destacou que adotou as medidas disciplinares previstas em seu Código de Conduta e Regimento Interno. Por envolver menores de idade, o caso está sendo tratado com confidencialidade.
A instituição reafirmou seu compromisso com a diversidade e a igualdade, promovendo um ambiente seguro e respeitoso. A escola desenvolve ações pedagógicas que valorizam a pluralidade e as relações étnico-raciais, em conformidade com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
A mãe da vítima, após a expulsão, afirmou que a questão está encerrada no âmbito acadêmico, mas que está avaliando, com assessoria jurídica, a possibilidade de adotar outras medidas.
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