Elvira Kaipova não teve notícias de seu filho, Rafael, um soldado russo, por meses e descobriu que ele desapareceu em combate em novembro. O Ministério da Defesa da Rússia não faz o rastreamento de soldados desaparecidos, o que deixa as famílias sem informações. Elvira foi ao quartel-general da unidade de Rafael, mas um oficial disse que não havia como procurá-lo, pois não havia comunicação desde seu desaparecimento. Essa situação é comum entre muitas famílias desde a invasão da Ucrânia em 2022, e o ministério não divulga quantos soldados estão desaparecidos, mas especialistas acreditam que o número pode ser de dezenas de milhares. A vice-ministra da Defesa informou que 48 mil parentes de desaparecidos enviaram amostras de DNA para identificação, enquanto um projeto ucraniano recebeu mais de 88 mil pedidos de informação sobre soldados russos. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha registrou 110 mil casos de desaparecidos, incluindo civis e militares. A identificação de corpos é difícil, pois muitos permanecem no campo de batalha, e o necrotério militar em Rostov tem cerca de 15 mil militares não identificados. Elvira encontrou um ambiente lotado de familiares buscando respostas e enfrenta um processo complicado para declarar seu filho como morto, o que é necessário para acessar benefícios. Ela acredita que Rafael pode estar vivo, pois reconheceu um homem em um vídeo de resgate. Rafael foi convocado para a guerra após um incidente criminal e estava relutante em participar. Desde seu desaparecimento, Elvira vive angustiada, sem saber o que aconteceu com ele.
Durante meses, Elvira Kaipova não teve notícias de seu filho, Rafael, um soldado russo enviado à Ucrânia. Em novembro, ela descobriu que ele havia desaparecido em combate no dia 1º do mesmo mês. O Ministério da Defesa da Rússia não realiza um rastreamento formal de soldados desaparecidos, deixando as famílias em desespero.
Elvira buscou informações no quartel-general da unidade de Rafael, onde um oficial informou que a busca por ele era impossível, pois não havia comunicação desde o desaparecimento. Essa situação se repete com muitas famílias desde a invasão da Ucrânia pela Rússia em fevereiro de 2022. O ministério não divulga dados sobre o número de desaparecidos, que especialistas estimam em dezenas de milhares.
A vice-ministra da Defesa, Anna Tsivilyova, mencionou que 48 mil parentes de desaparecidos enviaram amostras de DNA para identificação. Em contraste, o projeto ucraniano “Quero Encontrar” recebeu mais de 88 mil pedidos de informação sobre soldados russos. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha registrou 110 mil casos de desaparecidos, abrangendo civis e militares.
A identificação de corpos é um desafio, pois muitos permanecem no campo de batalha, e a recuperação é dificultada por condições de combate. O necrotério militar em Rostov enfrenta um acúmulo de cerca de 15 mil militares não identificados. Elvira, ao buscar informações, encontrou um ambiente lotado de familiares em busca de respostas.
As famílias enfrentam um processo burocrático complicado para declarar um soldado desaparecido como morto, o que é necessário para acessar benefícios. Elvira, que já escreveu a várias autoridades, acredita que seu filho pode estar vivo, após reconhecer um homem em um vídeo de resgate. Rafael, que foi convocado para o front após um incidente criminal, estava relutante em participar da guerra. Desde seu desaparecimento, Elvira vive em constante angústia, sem saber o que aconteceu com seu filho.
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