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Filhos de idoso são presos após manterem corpo em casa por seis meses na Ilha do Governador

Corpo de aposentado desaparecido há três anos é encontrado em casa; filhos são presos após comportamento suspeito e confissões.

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Dario Antonio Raffaele D’Ottavio, um aposentado de 88 anos, estava desaparecido há três anos e seu corpo foi encontrado em sua casa em estado avançado de decomposição. Seu filho, Marcelo, de 51 anos, frequentemente gritava que havia matado o pai, o que chamou a atenção dos vizinhos. Marcelo e sua irmã, Tania, de 55 anos, foram presos por ocultação de cadáver e outros crimes. A polícia acredita que eles esconderam o corpo para continuar recebendo os benefícios do pai. O corpo estava em estado de esqueletização e a perícia indicou que Dario estava morto há pelo menos seis meses. Vizinhos relataram que Dario era uma pessoa educada e gentil, e que Marcelo, após o desaparecimento do pai, se comportou de maneira estranha, afirmando que havia jogado o corpo no lixo. A casa estava vedada com papel higiênico, e os vizinhos não perceberam mau cheiro. Marcelo era visto saindo para comprar comida, enquanto Tania estava afastada do trabalho por problemas de saúde. O corpo foi descoberto após a polícia obter um mandado para entrar na casa, já que os vizinhos haviam tentado alertar as autoridades sobre a situação.

A vizinhança do aposentado Dario Antonio Raffaele D’Ottavio, de 88 anos, sentia sua falta há três anos. O corpo dele foi encontrado em estado de decomposição em sua casa, localizada no bairro de Cocotá, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio. Os filhos de Dario, Marcelo Marchese D’Ottavio, de 51 anos, e Tania Conceição Marchese D’Ottavio, de 55 anos, foram presos por ocultação de cadáver e outros crimes.

O comportamento de Marcelo levantou suspeitas entre os vizinhos. Ele frequentemente gritava que havia matado o pai. Uma testemunha, que conhecia a família há 20 anos, relatou que Marcelo se aproximava da casa e fazia essas declarações. A polícia foi acionada após os moradores perceberem a situação estranha na residência.

A investigação, conduzida pelo delegado Felipe Santoro, da 37ª Delegacia de Polícia, revelou que os irmãos mantiveram o corpo do pai escondido para continuar recebendo seus benefícios. A perícia preliminar indicou que Dario estava morto há pelo menos seis meses, com o corpo em estado de esqueletização. Marcelo e Tania foram mantidos presos após audiência de custódia.

Dario era descrito como uma pessoa educada e gentil, sempre disposto a ajudar os vizinhos. Ele costumava ser visto na varanda ou na garagem, mexendo em seu carro. Quando desapareceu, o comportamento de Marcelo mudou drasticamente. Vizinhos relataram que ele afirmava ter jogado o corpo do pai no lixo e que frequentemente comprava alimentos, mesmo com a ausência de Dario.

Os vizinhos tentaram alertar as autoridades, mas Marcelo impediu a entrada na casa. O corpo de Dario foi descoberto somente após a polícia obter um mandado de busca. A situação chocou a comunidade local, que já sentia a falta do aposentado.

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