Luciano Valerio Pires, de 47 anos, foi preso após atropelar quatro pessoas em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, depois de uma briga em um bar. Ele é acusado de tentativa de homicídio qualificado. Sua prisão em flagrante foi transformada em preventiva, pois o juiz considerou o crime grave e que ele poderia fugir. Luciano pode pegar até 20 anos de prisão se for condenado. O atropelamento aconteceu após ele provocar os presentes no bar e ameaçar voltar. Quando retornou, dirigindo um carro em alta velocidade, atropelou as vítimas que estavam na calçada. Ele tentou fugir, mas foi preso pela polícia. A defesa alegou que Luciano foi agredido por um grupo antes do incidente, mas o pedido de liberdade foi negado, pois o juiz achou que isso poderia atrapalhar a investigação.
Luciano Valerio Pires, de 47 anos, foi preso após atropelar quatro pessoas em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, na noite do último domingo. O incidente ocorreu após uma discussão em um bar, levando à acusação de tentativa de homicídio qualificado.
Na segunda-feira, sua prisão em flagrante foi convertida em preventiva durante audiência de custódia no Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ). O juiz Patrick Couto Xerez Sobral destacou a gravidade do crime e o risco à segurança pública, considerando que Luciano poderia fugir e prejudicar a investigação. Se condenado, ele pode enfrentar até 20 anos de reclusão.
O atropelamento aconteceu após Luciano provocar os presentes no bar, gritando palavras de ordem política. Testemunhas relataram que ele saiu do local ameaçando retornar. Minutos depois, ele voltou dirigindo um HB20 branco em alta velocidade, atropelando as vítimas que estavam na calçada. Após o incidente, Luciano tentou fugir, mas foi detido por policiais militares.
A defesa de Luciano, representada pela advogada Alessandra Pires, argumentou que ele foi agredido por um grupo de cerca de 20 pessoas antes do atropelamento. Ela afirmou que ele foi vítima de um ataque motivado por divergências políticas. Gravações de câmeras de segurança e laudos médicos foram anexados ao inquérito, comprovando as lesões nas vítimas.
Durante a audiência, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) solicitou a conversão da prisão em preventiva, enfatizando a necessidade de preservar a ordem pública. A defesa pediu a liberdade provisória, mas o pedido foi negado. O juiz considerou que a liberdade de Luciano poderia comprometer a coleta de provas, já que as vítimas e testemunhas ainda não foram ouvidas.
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