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Justiça de São Paulo decreta prisão de três suspeitos pela morte de empresário desaparecido

Três suspeitos foram presos pela morte de Nelson Carreira Filho, desaparecido desde 16 de outubro; buscas pelo corpo continuam.

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A Justiça de São Paulo prendeu temporariamente três pessoas suspeitas de envolvimento na morte do empresário Nelson Francisco Carreira Filho, que desapareceu em 16 de outubro após uma reunião em Cravinhos. Um dos suspeitos, Tadeu Silva, confessou que ajudou a esconder o corpo e a transportar o carro de Nelson. Os outros dois suspeitos, Marlon Santos e sua esposa, Marcela, estão foragidos. Tadeu, que era gerente de obras na empresa dos sócios, afirmou que Marlon atirou em Nelson durante uma discussão sobre negócios. Após o crime, Tadeu enrolou o corpo em uma lona e levou o carro para São Paulo, onde foi abandonado. A polícia ainda busca o corpo de Nelson, que, segundo Tadeu, foi jogado em um rio em Miguelópolis.

A Justiça de São Paulo decretou a prisão temporária de três suspeitos pela morte do empresário Nelson Francisco Carreira Filho, de 44 anos. O desaparecimento ocorreu em 16 de outubro, após uma reunião de negócios em Cravinhos, interior de São Paulo. A polícia investiga a possibilidade de que o corpo tenha sido jogado em um rio.

Entre os detidos está Tadeu Silva, que confessou ter ajudado a ocultar o corpo e a transportar o carro da vítima até São Paulo. Os outros suspeitos, Marlon Santos e sua esposa, Marcela, estão foragidos. Tadeu, que era gerente de obras em uma fábrica onde Marlon e Nelson eram sócios, se entregou à polícia acompanhado de seu advogado, Renato Saverio.

A investigação revela que Nelson atuava no setor de revenda de suplementos alimentares e se deslocou até Cravinhos para um encontro com Marlon. Após a reunião, ele não foi mais visto. Câmeras de pedágio registraram o carro de Nelson na rodovia Anhanguera, e o veículo foi encontrado abandonado em Santana, zona norte de São Paulo.

Confissão e Motivo

Tadeu afirmou que presenciou Marlon atirar na cabeça de Nelson em uma empresa em Cravinhos. Segundo o advogado, Tadeu não participou da execução, mas ajudou a enrolar o corpo em uma lona. A motivação do crime seria uma disputa comercial entre os sócios, envolvendo acusações de extorsão.

De acordo com o depoimento de Tadeu, o corpo foi levado para um rio em Miguelópolis, onde Marlon possui um rancho. Após abandonar o carro, Tadeu se encontrou com Marlon e Marcela. O trio ainda teria simulado buscas pelo veículo enquanto a esposa de Nelson registrava seu desaparecimento na delegacia. A Secretaria de Segurança Pública continua as buscas pelo corpo da vítima.

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