A Marinha da Colômbia apreendeu mais de seis toneladas de cocaína em uma operação que interceptou um submarino usado por traficantes na região de Nariño, no Pacífico. O valor da droga é estimado em 300 milhões de dólares. A operação ocorreu perto da fronteira com o Equador e incluiu o uso de cães farejadores para encontrar pacotes de drogas enterrados na areia. Imagens mostram mais de cem fardos de cocaína ao lado de uma embarcação militar. A origem e o destino da carga estão sendo investigados, e até agora não houve prisões. Essa apreensão segue uma operação anterior que resultou na captura de três toneladas de drogas no Oceano Pacífico, com três pessoas detidas e um prejuízo estimado em 97 milhões de dólares. Submarinos usados por traficantes estão se tornando comuns na região, pois são difíceis de detectar e permitem o transporte de drogas por longas distâncias.
A Marinha da Colômbia anunciou a apreensão de mais de seis toneladas de cocaína em uma operação que interceptou um submarino semissubmersível, conhecido como narco sub, na região de Nariño, no Pacífico. O valor estimado da droga é de US$ 300 milhões (aproximadamente R$ 1,7 bilhão). A operação foi realizada em um local próximo à fronteira com o Equador.
Vídeos divulgados pelas autoridades mostram o momento da interceptação da embarcação no mar. Além disso, cães farejadores auxiliaram na identificação de pacotes de drogas enterrados na areia. Em imagens, mais de cem fardos de cocaína foram exibidos ao lado de uma embarcação militar. A origem e o destino do carregamento ainda estão sendo investigados, e não há informações sobre prisões até o momento.
Operações Anteriores
Essa apreensão ocorre dias após outra operação que resultou na captura de aproximadamente três toneladas de entorpecentes no Oceano Pacífico, também com destino à América Central. Naquela ocasião, três pessoas foram detidas, e o prejuízo ao tráfico foi estimado em US$ 97 milhões (cerca de R$ 547 milhões).
Submarinos utilizados por traficantes têm se tornado cada vez mais comuns na região. Embora operem próximos à superfície e não possam submergir completamente, esses veículos são difíceis de detectar por radar e são usados para transportar drogas por longas distâncias. Em março, autoridades portuguesas interceptaram um narco sub nos Açores com 6,5 toneladas de cocaína a bordo. Em janeiro, um artefato semelhante se partiu ao meio durante reboque na Espanha, e casos semelhantes foram registrados no México e nos Estados Unidos nos últimos meses.
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