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Mãe é condenada à prisão perpétua por vender filha de seis anos na África do Sul

Joshlin Smith, menina desaparecida na África do Sul, teve sua mãe condenada por sequestro e tráfico. Vídeo da criança emociona tribunal.

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Joshlin Smith, uma menina de seis anos, desapareceu na África do Sul em fevereiro de 2024, gerando grande comoção. Sua mãe, Racquel Smith, foi condenada por sequestro e tráfico de pessoas. Recentemente, um vídeo de Joshlin rindo foi mostrado em tribunal, emocionando os presentes. Racquel, junto com seus cúmplices, foi considerada culpada, e depoimentos de familiares revelaram a dor e confusão sobre como a mãe poderia ter vendido a filha. Uma testemunha afirmou que Joshlin teria sido vendida a um curandeiro tradicional. Apesar da condenação, o paradeiro da menina continua desconhecido. A mãe, que tinha problemas com drogas, foi descrita como negligente. A comunidade local se uniu na busca por Joshlin, e uma família que queria adotá-la expressou sua tristeza durante o julgamento, destacando que poderiam ter dado a ela um lar melhor. A luta por justiça e respostas continua, refletindo a necessidade de enfrentar o tráfico de crianças na região.

Joshlin Smith, uma menina de seis anos, desapareceu em 19 de fevereiro de 2024 na África do Sul, gerando grande comoção nacional. Sua mãe, Racquel Smith, foi condenada por sequestro e tráfico de pessoas. Recentemente, um vídeo da criança rindo foi exibido em tribunal, provocando forte emoção entre os presentes.

Durante o julgamento, Racquel, de 35 anos, e seus cúmplices, Jacquen Appollis e Steveno van Rhyn, foram considerados culpados. O tribunal ouviu depoimentos de familiares e amigos que expressaram sua dor e confusão sobre como Joshlin poderia ter sido vendida pela própria mãe. Uma testemunha alegou que a menina teria sido vendida a um “sangoma”, um curandeiro tradicional, que a queria por suas características físicas.

A condenação dos réus foi um passo importante na luta contra o tráfico de crianças na África do Sul. A criminologista Bianca van Aswegen comparou o caso ao de Madeleine McCann, destacando a atenção que o desaparecimento de Joshlin atraiu. Apesar da condenação, o paradeiro da menina permanece desconhecido, e a busca por informações continua.

Joshlin cresceu em condições precárias, vivendo em um barraco na comunidade de Middelpos. A mãe, que lutava contra o vício em drogas, foi descrita como manipuladora e abusiva. O juiz observou que Racquel levou cinco meses para registrar o nascimento da filha, um indicativo de sua negligência.

A comunidade local se mobilizou em busca de Joshlin, e muitos ainda mantêm a esperança de encontrá-la. A família Andrews, que desejava adotar a menina, expressou sua dor durante o julgamento, ressaltando que poderiam ter proporcionado um lar melhor. A busca por justiça e respostas continua, refletindo a urgência de abordar a crise do tráfico de crianças na região.

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