Auriel Missael Henriques, um mototaxista de 41 anos, morreu após ser atingido no pescoço por uma linha chilena enquanto pilotava sua moto com a esposa na Linha Vermelha, em Duque de Caxias. Ele estava a caminho de visitar a filha em Nova Iguaçu e levava um pote de açaí para ela. Auriel foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e chegou sem vida ao hospital. Ele deixa três filhos e sua família está organizando o traslado do corpo para a Paraíba, onde será velado e sepultado. Desde 2019, o uso de cerol e linha chilena é proibido no Rio de Janeiro, mas o programa Linha Verde registrou 366 denúncias sobre o uso desses materiais nos primeiros meses de 2025, apesar da proibição. A legislação prevê multas para quem for flagrado com esses materiais. A Guarda Municipal e a Polícia Civil trabalham para combater esse tipo de crime e responsabilizar os envolvidos.
Auriel Missael Henriques, um mototaxista de 41 anos, morreu após ser atingido no pescoço por uma linha chilena enquanto pilotava sua moto na tarde de terça-feira, na Linha Vermelha, em Duque de Caxias. Ele estava acompanhado da esposa e levava um pote de açaí para a filha, que reside em Nova Iguaçu. O acidente ocorreu na altura do Parque das Missões.
Auriel foi socorrido por um motorista que passava, mas não sobreviveu aos ferimentos. Ele chegou sem vida ao Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI), onde a morte foi confirmada às 17h53. O mototaxista, que trabalhava há cinco anos na profissão e também era cozinheiro, deixa três filhos. Sua família, natural da Paraíba, organiza o traslado do corpo para o estado natal.
Desde 2019, o uso de cerol e linha chilena é proibido no estado do Rio de Janeiro, com multas que podem chegar a R$ 4.260 para quem for flagrado fabricando ou vendendo esses materiais. Apesar da proibição, o programa Linha Verde, do Disque Denúncia, registrou 366 denúncias sobre o uso desses materiais nos primeiros cinco meses de 2025.
O bairro de Piedade, na Zona Norte do Rio, lidera as ocorrências, com 212 denúncias nos últimos dois anos. A Guarda Municipal e a Polícia Civil realizam ações para combater o uso de linhas cortantes, visando responsabilizar os envolvidos na comercialização e uso desses produtos.
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