A Polícia Federal e as polícias estaduais do Rio Grande do Sul prenderam 21 pessoas suspeitas de participar de um grande assalto a um carro-forte no aeroporto de Caxias do Sul, que aconteceu em junho de 2024. A operação, chamada “Elísios”, cumpriu 21 mandados de prisão e 26 mandados de busca e apreensão, resultando em 17 prisões preventivas e 4 temporárias. O assalto, que envolveu uma quadrilha ligada ao PCC, resultou no roubo de R$ 14 milhões e foi planejado com cuidado, utilizando armamento pesado. Durante o crime, os ladrões, que se disfarçaram de policiais, conseguiram acessar uma área restrita do aeroporto. A operação “Elísios” contou com mais de 200 policiais e teve como objetivo desmantelar a quadrilha. Após o assalto, cerca de R$ 16 milhões foram recuperados. As investigações continuam, com o bloqueio de ativos em três estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Policiais federais e estaduais do Rio Grande do Sul realizaram hoje uma operação que resultou na prisão de 21 suspeitos envolvidos no mega-assalto a um carro-forte no aeroporto de Caxias do Sul, ocorrido em junho de 2024. A operação, denominada “Elísios”, cumpriu 21 mandados de prisão e 26 de busca e apreensão, sendo 17 prisões preventivas e 4 temporárias.
A ação foi desencadeada após quase um ano de investigações sobre a quadrilha ligada ao PCC, que utilizou armamento pesado e planejamento meticuloso para realizar o roubo de R$ 14 milhões. Durante o assalto, os criminosos, disfarçados de policiais, conseguiram acessar a área restrita do aeroporto, onde uma carga de R$ 30 milhões estava sendo transportada. O crime resultou em um confronto armado com a polícia, que culminou na morte do sargento Fabiano Oliveira.
Detalhes da Operação
A operação “Elísios” teve a participação de mais de 200 policiais e visou desmantelar a quadrilha que planejou o assalto. As investigações revelaram que os criminosos transportaram fuzis, explosivos e veículos com placas falsificadas. O nome da operação é uma homenagem ao sargento da PM-RS que perdeu a vida durante o assalto.
Cerca de R$ 16 milhões foram recuperados após o crime, que se tornou o maior roubo já registrado no estado. A Polícia Federal indiciou 17 pessoas e identificou dois membros do PCC que viajaram ao Rio Grande do Sul para planejar a ação. Um dos envolvidos, Silvio Wilton da Costa, conhecido como “Bin Laden”, foi morto em confronto com a polícia.
Consequências e Investigações
As investigações continuam, com o bloqueio de ativos em três estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A quadrilha havia planejado o crime durante um evento esportivo, quando o efetivo da polícia estava reduzido. A operação “Elísios” representa um avanço significativo na luta contra o crime organizado na região.
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