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Piloto realiza pouso de emergência em pista de corrida sem combustível em 1983

Em julho de 1983, o voo 143 da Air Canada, conhecido como "Planador de Gimli", enfrentou uma emergência extraordinária. A aeronave, um Boeing 767 com 69 pessoas a bordo, ficou sem combustível a 41 mil pés, resultando em um pouso forçado em uma pista de corrida em Manitoba, Canadá. A falha no sistema de medição de combustível foi a causa principal do incidente. O sensor de qualidade do combustível estava inoperante, e a tripulação, liderada pelo comandante Robert Pearson, cometeu um erro ao calcular a quantidade de combustível necessária. A conversão de unidades foi feita incorretamente, levando a aeronave a decolar com menos da metade do combustível necessário para o trajeto de Montreal a Edmonton. Quando os motores pararam, a cabine ficou em silêncio absoluto. Apenas a turbina de ar (RAT) manteve o controle mínimo dos sistemas hidráulicos. Com experiência em planagem, o comandante Pearson conseguiu manter a velocidade ideal, enquanto a tripulação preparava os passageiros para o pouso. O primeiro oficial Maurice Quintal sugeriu desviar para Gimli, onde já havia servido anteriormente. ### O Pouso Inesperado O Boeing 767 se aproximou da pista de corrida, que na verdade era uma antiga base aérea. No momento do pouso, havia pessoas acampadas e carros na pista. A aeronave desceu silenciosamente, surpreendendo todos. O trem de pouso dianteiro falhou, e o nariz do avião tocou o chão, arrastando-se e soltando faíscas. Apesar dos pneus estourados, o comandante conseguiu controlar a aeronave, que parou a poucos metros de um guard rail. Todos a bordo sobreviveram, com apenas dez feridos leves. A evacuação foi realizada com escorregadores de emergência, mesmo com o nariz do avião encostado no chão. O Boeing 767 foi consertado e continuou em operação até 2005, tornando-se um exemplo de habilidade e calma em situações extremas. ### Linha Fina A aterrissagem de emergência do voo 143 da Air Canada destaca a importância da precisão em medições e a habilidade da tripulação.

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Em julho de 1983, o voo 143 da Air Canada, um Boeing 767 com 69 pessoas a bordo, enfrentou uma emergência quando perdeu todo o combustível a 41 mil pés de altura. O problema ocorreu devido a uma falha no sistema de medição de combustível, que levou a tripulação a decolar com menos da metade do combustível necessário. Quando os motores pararam, o comandante Robert Pearson utilizou suas habilidades de planagem para controlar a aeronave. Ele decidiu pousar em uma pista de corrida em Gimli, onde havia pessoas acampadas e carros. O pouso foi difícil, com o trem de pouso dianteiro falhando e o nariz do avião tocando o chão, mas todos a bordo sobreviveram, com apenas dez feridos leves. A evacuação foi feita com escorregadores de emergência, e o avião foi consertado e continuou a voar até 2005, tornando-se um exemplo de habilidade em situações de emergência.

Em julho de 1983, o voo 143 da Air Canada, conhecido como “Planador de Gimli”, enfrentou uma emergência notável. A aeronave, um Boeing 767 com 69 pessoas a bordo, perdeu todo o combustível a 41 mil pés de altitude, resultando em um pouso forçado em uma pista de corrida em Manitoba, Canadá.

A falha no sistema de medição de combustível foi a causa principal do incidente. O sensor de qualidade do combustível estava inoperante, e a tripulação, liderada pelo comandante Robert Pearson, cometeu um erro ao calcular a quantidade de combustível necessária. A conversão de unidades foi feita incorretamente, levando a aeronave a decolar com menos da metade do combustível necessário para o trajeto de Montreal a Edmonton.

Quando os motores pararam, a cabine ficou em silêncio absoluto. Apenas a turbina de ar (RAT) manteve o controle mínimo dos sistemas hidráulicos. Com experiência em planagem, o comandante Pearson conseguiu manter a velocidade ideal, enquanto a tripulação preparava os passageiros para o pouso. O primeiro oficial Maurice Quintal sugeriu desviar para Gimli, onde já havia servido anteriormente.

O Pouso Inesperado

O Boeing 767 se aproximou da pista de corrida, que na verdade era uma antiga base aérea. No momento do pouso, havia pessoas acampadas e carros na pista. A aeronave desceu silenciosamente, surpreendendo todos. O trem de pouso dianteiro falhou, e o nariz do avião tocou o chão, arrastando-se e soltando faíscas. Apesar dos pneus estourados, o comandante conseguiu controlar a aeronave, que parou a poucos metros de um guard rail.

Todos a bordo sobreviveram, com apenas dez feridos leves. A evacuação foi realizada com escorregadores de emergência, mesmo com o nariz do avião encostado no chão. O Boeing 767 foi consertado e continuou em operação até 2005, tornando-se um exemplo de habilidade e calma em situações extremas.

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