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Polícia Civil busca homem suspeito de envolvimento no desaparecimento de mulher em SP

Justiça decreta prisão temporária de Thiago, ex-companheiro de Beatriz, desaparecida há 40 dias; família critica investigação da Polícia Civil.

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Beatriz Aparecida de Araújo Cruz, de 31 anos, desapareceu em 19 de abril após sair da casa da mãe para trabalhar. Thiago Fernando Monteiro, seu ex-companheiro de 40 anos, é suspeito de envolvimento no caso e também está desaparecido. A Justiça já decretou a prisão temporária de Thiago, mas a família de Beatriz critica a investigação da Polícia Civil, que não apresentou novas informações após 40 dias do desaparecimento. Beatriz estava em uma relação abusiva com Thiago, que a controlava e a agredia. A mãe de Beatriz, Roseli, disse que a filha foi sequestrada por Thiago e que ele não respeitou uma medida protetiva que a afastava dele. Desde que Beatriz desapareceu, a família não teve mais notícias e está angustiada com a falta de respostas da polícia, que está fazendo buscas com cães, mas sem resultados. Roseli expressou sua dor e preocupação, afirmando que a cada dia que passa, a situação se torna mais difícil.

A Polícia Civil de São Paulo busca Thiago Fernando Monteiro, de 40 anos, suspeito de envolvimento no desaparecimento de sua ex-companheira, Beatriz Aparecida de Araújo Cruz, de 31. Beatriz foi vista pela última vez em 19 de abril, quando saiu da casa da mãe, em Serra Negra (SP), para trabalhar. Desde então, não houve mais contato com a família. Thiago também está desaparecido e, após o início das investigações, a Justiça decretou sua prisão temporária.

A família de Beatriz critica a condução da investigação, que não apresentou novas linhas de apuração após 40 dias do desaparecimento. Roseli Aparecida de Araújo, mãe da vítima, expressou sua angústia: “A cada dia que passa, a dor só aumenta. Já são 40 dias sem notícia da minha filha.” Ela relatou que Beatriz viveu em uma relação abusiva com Thiago por 14 anos, marcada por agressões e controle excessivo.

Thiago teria mantido Beatriz em cárcere privado e, após a separação, a sequestrou em uma ocasião, levando-a a um ponto turístico e obrigando-a a prometer que retomaria a relação. Em abril, Beatriz obteve uma medida protetiva contra Thiago, mas ele continuou a se aproximar. A família afirma que ele circulou livremente pela cidade por pelo menos 15 dias após o desaparecimento.

As buscas pela mulher incluem o uso de cães farejadores em áreas de mata, mas até o momento, não foram apresentadas novas informações à família. Roseli afirmou que tem dificuldade em obter dados sobre o andamento do caso e que a sensação é de abandono. “Eu só quero respostas. Eu só quero minha filha de volta,” desabafou. A Polícia Civil não respondeu aos pedidos de esclarecimento sobre a investigação.

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