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Acidente de moto em São Paulo resulta na morte de jovem e gera investigações policiais

Acidente fatal em São Paulo envolve carro por aplicativo e moto; defesa de passageiro nega abertura de porta, enquanto Justiça suspende serviço de moto.

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O economista João Pedro Viegas, que estava em um carro por aplicativo envolvido na morte da jovem Larissa Barros, teve sua defesa negando que ele tenha aberto a porta do veículo, o que contradiz o que foi registrado no boletim de ocorrência. No documento, Viegas havia dito que estava embriagado e não se lembrava se abriu a porta ou não. O acidente ocorreu na noite do último sábado na avenida Tiradentes, em São Paulo, quando o motorista do carro relatou que os passageiros estavam brincando e, ao parar em um semáforo, uma porta foi aberta, atingindo uma moto com Larissa na garupa. Ela ficou gravemente ferida e morreu. O advogado de Felipe Moutinho, outro passageiro, também negou que ele tenha aberto a porta, afirmando que ele estava sentado longe da porta. O motociclista que levava Larissa, Handerson Souza Maior, depôs pela primeira vez e disse que não estava embriagado nem acima da velocidade permitida. O motorista do carro confirmou sua versão do acidente em novo depoimento. Após o ocorrido, a Justiça suspendeu o serviço de moto por aplicativo em São Paulo, e a empresa 99, que operava a moto, lamentou a morte e ofereceu apoio à família da vítima.

A defesa do economista João Pedro Viegas, envolvido em um acidente que resultou na morte da jovem Larissa Barros, nega que ele tenha aberto a porta do carro por aplicativo. A versão apresentada contradiz o boletim de ocorrência, onde Viegas admitiu estar embriagado e não se recordava se havia aberto a porta. O advogado de Viegas, Cesar da Silva Braga, afirmou que ele “em nenhum momento contribuiu para a ocorrência do fatídico acidente”.

O acidente ocorreu na noite do último sábado (24), na avenida Tiradentes, em São Paulo. O motorista do veículo, Claudio Mota, relatou que os passageiros estavam brincando e um deles mencionou descer do carro. Ao parar em um semáforo, a porta foi aberta, atingindo uma moto com Larissa na garupa. A jovem, de 22 anos, foi arremessada e morreu após ser socorrida.

Desdobramentos do Caso

Felipe Moutinho, outro passageiro, declarou à polícia que não viu o que aconteceu, apenas ouviu um barulho. A defesa dele também negou que tenha aberto a porta, ressaltando que estava sentado do lado oposto. Ambos os passageiros devem ser ouvidos novamente pela polícia nos próximos dias.

O motociclista que levava Larissa, Handerson Souza Maior, chegou ao 2° Distrito Policial para depor. Sua defesa afirma que ele não estava embriagado e não ultrapassou o limite de velocidade. O advogado José Paulo Ferraz destacou que Handerson estava na faixa exclusiva e reduziu a velocidade ao perceber o farol.

Após o acidente, a Justiça suspendeu o serviço de moto por aplicativo em São Paulo. O prefeito Ricardo Nunes mandou instalar uma faixa associando a empresa 99 à morte da passageira. A 99 lamentou o ocorrido e ofereceu apoio à família da vítima, informando que este foi o primeiro caso fatal desde o início do serviço na cidade, em janeiro deste ano.

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