A Força Penal Nacional vai ajudar o Conjunto Penal de Eunápolis, na Bahia, por 30 dias. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União. A operação vai oferecer apoio e treinamento para os agentes prisionais. Isso acontece após um ataque a um funcionário terceirizado, que foi baleado em uma emboscada no dia 21 de fevereiro. O diretor do presídio, Jorge Magno Alves, era o alvo principal do ataque. O funcionário ferido foi levado ao Hospital de Eunápolis e a Secretaria de Administração Penitenciária está acompanhando sua recuperação. Após o ataque, cerca de 100 policiais realizaram operações para prender os responsáveis. As investigações indicam que o ataque foi organizado por Ednaldo Pereira Souza, conhecido como “Dada”, que é líder de uma facção criminosa e estava envolvido em uma fuga de presos em dezembro de 2024.
Durante 30 dias, a Força Penal Nacional será enviada ao Conjunto Penal de Eunápolis, na Bahia, para auxiliar na gestão e no treinamento dos agentes prisionais. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira, 28 de fevereiro. A operação contará com apoio logístico e supervisão dos órgãos de segurança pública e administração penitenciária da Bahia.
A medida ocorre após um ataque a um funcionário terceirizado, que foi baleado em uma emboscada no dia 21 de fevereiro. A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) informou que o diretor da unidade, Jorge Magno Alves, era o alvo principal do ataque. O atentado aconteceu nas proximidades do presídio, onde o diretor e o funcionário da empresa Reviver estavam em um veículo que foi atingido por disparos.
O funcionário, que não teve o nome divulgado, foi socorrido e levado ao Hospital de Eunápolis. A Seap lamentou o ocorrido e afirmou que está acompanhando a recuperação do motorista. Após o ataque, cerca de 100 policiais das forças estaduais e federais realizaram operações integradas para prender os responsáveis.
As investigações apontam que o ataque foi coordenado por Ednaldo Pereira Souza, conhecido como “Dada”, líder da facção criminosa Primeiro Comando de Eunápolis (PCE), que tem ligações com o Comando Vermelho (CV). Ele também foi um dos mandantes da fuga de 16 presos do conjunto penal em dezembro de 2024, um episódio inédito no estado, onde um presídio foi invadido de tal forma.
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