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Taxista é detido por cobrar 150 dólares de turista chileno no Rio de Janeiro

Taxista é detido no Rio após cobrar 150 dólares de turista chileno por corrida. Caso segue para Delegacia Especial de Apoio ao Turismo.

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Um taxista foi detido no Rio de Janeiro por cobrar 150 dólares de um turista chileno por uma corrida do Aeroporto do Galeão até a Barra da Tijuca. O valor é muito maior do que o normal, que seria cerca de 120 reais. O turista, ao perceber o preço abusivo, pediu para parar a corrida e acionou a polícia. O taxista e um auxiliar, que não tinha autorização para trabalhar como motorista, foram levados à delegacia. O caso foi encaminhado para a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo. O carro foi lacrado e a permissão do auxiliar foi bloqueada. A empresa responsável pelo táxi também será chamada para explicar a situação.

Um taxista foi detido no Rio de Janeiro após cobrar 150 dólares (aproximadamente R$ 800) de um turista chileno por uma corrida do Aeroporto Internacional do Galeão até a Barra da Tijuca. O valor cobrado é cinco vezes maior que o preço médio da corrida, que gira em torno de R$ 120.

O incidente ocorreu na quarta-feira, 28 de maio. O turista, ao ser informado do preço exorbitante, decidiu interromper a viagem e solicitou ajuda a uma equipe policial que estava nas proximidades da Avenida Abelardo Bueno. A abordagem foi realizada por agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública e do 18º Batalhão de Polícia Militar.

Durante a fiscalização, foi constatado que o veículo era conduzido por um motorista cadastrado, mas ele estava acompanhado de um auxiliar que não possuía autorização para atuar no transporte de passageiros. Ambos foram levados à 32ª Delegacia Policial e o caso foi encaminhado à Delegacia Especial de Apoio ao Turismo devido à natureza internacional da vítima.

Medidas Tomadas

A Superintendência de Táxi informou que a permissão do auxiliar foi bloqueada e o veículo foi lacrado. A empresa responsável pelo táxi será convocada para prestar esclarecimentos sobre a situação. A concessionária RIOGaleão, que administra o aeroporto, destacou que o táxi apreendido não faz parte da frota das cooperativas conveniadas, que são as oficialmente indicadas para o transporte de passageiros.

O caso levanta preocupações sobre práticas abusivas no transporte de turistas na cidade, especialmente em áreas com grande fluxo de visitantes. As autoridades permanecem atentas a situações semelhantes para garantir a segurança e a integridade dos turistas que visitam o Rio de Janeiro.

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