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Sargento da PM é denunciado por feminicídio e tentativa de homicídio em Santos

Sargento da Polícia Militar é denunciado por feminicídio e tentativa de homicídio após ataque brutal à esposa e filha em clínica médica.

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O sargento da Polícia Militar Samir Carvalho foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por feminicídio e tentativa de homicídio. Ele é acusado de ter atacado sua esposa, Amanda Fernandes Carvalho, em uma clínica médica em Santos, onde disparou três tiros e a esfaqueou 51 vezes, ferindo também a filha de 10 anos. O promotor pediu uma pena mínima de 70 anos de prisão, destacando que o crime foi premeditado e ocorreu na presença da criança. Carvalho já tinha um histórico de ameaças e agressões contra Amanda. No dia do crime, ele estava de folga e, após uma discussão, conseguiu recuperar uma arma que havia deixado em outra sala e atacou a esposa. Amanda morreu no local e a filha foi internada. O sargento foi preso em flagrante e levado ao Presídio Militar Romão Gomes. O Ministério Público também pediu indenizações para os herdeiros de Amanda e para a filha sobrevivente.

O Ministério Público de São Paulo denunciou o sargento da Polícia Militar Samir Carvalho por feminicídio e tentativa de homicídio. O crime ocorreu em 7 de maio em uma clínica médica em Santos, onde Carvalho atacou sua esposa, Amanda Fernandes Carvalho, com três tiros e 51 facadas, ferindo também a filha de 10 anos.

A denúncia foi apresentada à Justiça na última sexta-feira. O promotor Fábio Fernandez solicitou uma pena mínima de 70 anos de prisão, alegando que o crime foi premeditado e motivado por desentendimentos no relacionamento. O sargento já tinha um histórico de ameaças e agressões contra Amanda.

O laudo necroscópico confirmou a brutalidade do ataque, que ocorreu na presença de dois policiais militares. Na data do crime, Carvalho estava de folga e, ao saber que a esposa e a filha estavam na clínica, foi até o local. Após uma discussão, um médico trancou mãe e filha em um cômodo e acionou a polícia. Quando os policiais chegaram, Carvalho afirmou que queria apenas conversar, mas havia deixado uma pistola .40 em outra sala.

Assim que a porta foi aberta, ele recuperou a arma e disparou contra Amanda, que morreu no local. A filha foi ferida nos braços e nas pernas, mas sobreviveu e foi internada na Santa Casa de Santos. O sargento foi preso em flagrante e levado ao Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo.

A promotoria incluiu qualificadoras na denúncia, como meio cruel e uso de arma de fogo de uso restrito. Também foi solicitada uma indenização de R$ 100 mil para os herdeiros de Amanda e R$ 50 mil para a filha sobrevivente. O caso destaca a gravidade da violência doméstica e a necessidade de denúncias.

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