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Italiano é preso por manter mulher em cárcere privado e agredi-la em São Paulo

Justiça converteu prisão de homem italiano em preventiva por manter duas mulheres em cárcere privado e tráfico de drogas em São Paulo.

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Um homem italiano de 52 anos, Andrea da Silva Ciaccio, foi preso em São Paulo por manter duas mulheres em cárcere privado por cinco meses. Ele é acusado de agredi-las fisicamente e de violência sexual. A polícia chegou até ele após uma das vítimas conseguir escapar e denunciar o caso. Quando os policiais chegaram, encontraram uma das mulheres com ferimentos graves e a levaram ao hospital. Na casa de Ciaccio, foram encontrados 17 papelotes de cocaína. Ele foi autuado por sequestro, cárcere privado, lesão corporal, violência doméstica, estupro de vulnerável e tráfico de drogas. A Justiça decidiu manter Ciaccio preso sem prazo definido.

A Justiça converteu em preventiva a prisão do italiano Andrea da Silva Ciaccio, de 52 anos, acusado de manter duas mulheres em cárcere privado por cinco meses em uma casa no Campo Belo, Zona Sul de São Paulo. A polícia recebeu denúncias de uma amiga de uma das vítimas, que enviou imagens de ferimentos.

As investigações indicam que Ciaccio conheceu as mulheres em uma festa e, posteriormente, as manteve em condições desumanas. Durante o cárcere, elas teriam sido submetidas a violência sexual e agressões físicas, incluindo ataques de um pitbull. A polícia conseguiu acessar o local após uma das vítimas conseguir escapar e denunciar a situação.

Na operação, a polícia encontrou dezessete papelotes de cocaína na residência do suspeito. A mulher que ainda estava no local apresentava ferimentos graves e foi levada a um hospital para tratamento. A vítima relatou que era constantemente espancada e forçada a manter relações sexuais sob efeito de drogas.

O caso foi registrado na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher e inclui acusações de sequestro, cárcere privado, lesão corporal, violência psicológica, violência doméstica, estupro de vulnerável e tráfico de drogas. A prisão preventiva de Ciaccio foi decretada sem prazo definido, e o processo corre em segredo de Justiça.

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