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Adolescente é morto com cinco tiros pelas costas em ação policial em Santos

Laudo do IML revela que adolescente foi atingido por cinco tiros nas costas durante ação policial em Santos, gerando polêmica sobre a versão da PM.

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Gregory Ribeiro Vasconcelos, um adolescente de 17 anos, foi morto em uma ação policial em Santos, onde também faleceu uma criança de 4 anos. Um laudo do IML revelou que Gregory levou cinco dos sete tiros nas costas, e um sobrevivente afirmou que eles não estavam armados. O jovem de 15 anos que estava com ele disse que pararam a moto e levantaram as mãos quando foram baleados. A mãe da criança também negou que houve confronto, afirmando que apenas os policiais dispararam. Gregory chegou à UPA já sem vida, e a polícia alegou que estava sob ataque de suspeitos. Moradores contestam essa versão e afirmam que não houve confronto. A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o caso, e os policiais envolvidos foram afastados.

O adolescente Gregory Ribeiro Vasconcelos, de 17 anos, foi morto em uma ação policial em Santos, no dia 5 de novembro de 2024. Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) revelou que ele foi atingido por cinco tiros nas costas e um na nuca, que causou morte imediata. A ação também resultou na morte de uma criança de 4 anos e ferimentos em uma mulher de 24 anos.

Um sobrevivente, que estava com Gregory, afirmou à polícia que eles não estavam armados e que os disparos ocorreram à queima-roupa, após terem parado a moto e levantado as mãos em cumprimento a uma ordem da PM. Moradores da região contestam a versão oficial da polícia, que alegou ter sido atacada por um grupo de dez suspeitos durante um patrulhamento.

A mãe da criança atingida declarou que não houve confronto e que apenas os policiais dispararam. O prontuário médico da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Noroeste indicou que Gregory chegou ao local já sem vida há 30 minutos. O sobrevivente relatou que ouviu os policiais mencionando a morte de Gregory no local da abordagem.

Investigação em Andamento

A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar a origem dos disparos. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que realizará perícia nas armas dos policiais envolvidos e no local onde a criança foi baleada. Sete policiais do 6º Batalhão do Interior da PM foram afastados das ruas, e a unidade ainda não implementou o uso de câmeras nas fardas.

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