Um vendedor de milho foi preso em Copacabana, Rio de Janeiro, após ser acusado de enganar um casal de turistas da República Dominicana. Os turistas disseram que o vendedor pediu R$ 300 por dois milhos, mas depois baixou o preço para R$ 60. Durante o pagamento, a máquina de cartão apresentou problemas e eles foram orientados a usar outra máquina de um ambulante diferente. Ao checar o extrato, perceberam que foram cobrados 191 dólares, o que equivale a cerca de R$ 1.000. Eles chamaram a Guarda Municipal, que encontrou o vendedor e o levou para a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo. O caso foi registrado como estelionato e a máquina de cartão foi apreendida para investigação, já que a polícia está procurando por outras possíveis vítimas desse golpe.
Um vendedor de milho foi detido na tarde deste domingo (8) na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, após ser acusado de aplicar um golpe em um casal de turistas da República Dominicana. A prisão foi realizada por guardas municipais do Grupamento de Operações Especiais (GOE).
Os turistas relataram que o ambulante inicialmente cobrou R$ 300 por dois milhos verdes. Após a recusa do pagamento, o vendedor reduziu o valor para R$ 60. No entanto, durante a transação, a máquina de cartão apresentou problemas e o casal foi orientado a usar um equipamento emprestado por outro ambulante. Ao verificar o extrato, perceberam que foram cobrados 191 dólares, equivalente a cerca de R$ 1.000.
Os turistas acionaram a Guarda Municipal, que rapidamente localizou o vendedor e o conduziu à Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), no Leblon. O caso foi registrado como estelionato. A máquina de cartão utilizada na transação foi apreendida pela Polícia Civil, que investiga se há outros casos semelhantes envolvendo o mesmo grupo de ambulantes.
A situação levanta preocupações sobre a segurança de turistas em áreas populares como Copacabana. A polícia continua em busca de mais informações e possíveis vítimas desse tipo de golpe, ressaltando a necessidade de uma fiscalização mais rigorosa nas práticas comerciais da região.
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