A Polícia Civil fez uma operação no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio de Janeiro, que deixou quatro pessoas feridas e resultou na prisão de vinte membros do Terceiro Comando Puro. A ação, que aconteceu após sete meses de investigações, tinha como objetivo combater o tráfico de drogas e a violência na área. Durante a operação, civis ficaram em pânico, com imagens mostrando pessoas se agachando em estações de ônibus para se proteger. Entre os feridos estão Manoel Américo da Silva, Marcelo Silva Marques, Jerry Henrique e João André dos Santos. O líder da facção na região, Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão, não foi preso. A polícia apreendeu oito fuzis e identificou mais de quarenta traficantes atuando em várias comunidades. A operação causou interrupções no transporte público, com fechamento de vias importantes e suspensão de aulas em 21 escolas, além do fechamento de quatro unidades de saúde. O delegado Carlos Oliveira afirmou que as vítimas estavam fora da área da operação e que medidas de segurança serão melhoradas em ações futuras. As investigações mostraram que a facção usa barricadas, drones e impõe um toque de recolher nas comunidades.
A Polícia Civil realizou uma operação no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio de Janeiro, nesta terça-feira, resultando em quatro feridos e na prisão de vinte pessoas ligadas ao Terceiro Comando Puro. A ação, que ocorreu após sete meses de investigações, visava desmantelar redes de tráfico de drogas e violência na região.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o desespero de civis durante a operação. Passageiros se agacharam em estações de ônibus e no chão, buscando abrigo enquanto os tiros ecoavam. Uma mulher foi vista orando em meio ao pânico, pedindo proteção. Entre os feridos estão Manoel Américo da Silva, Marcelo Silva Marques, Jerry Henrique e João André dos Santos, atingidos em diferentes locais.
A operação teve como foco identificar e prender membros da facção criminosa, cujo líder no Complexo é Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão. Apesar das prisões, Peixão não foi alvo da ação. A polícia apreendeu oito fuzis e identificou quarenta e quatro traficantes que atuam em várias comunidades, incluindo Vigário Geral e Parada de Lucas.
Impacto na Comunidade
A operação causou interrupções significativas no transporte público, com o fechamento da Avenida Brasil e da Linha Vermelha. A situação levou à suspensão das aulas em 21 escolas e ao fechamento de quatro unidades de saúde. O delegado Carlos Oliveira informou que as vítimas estavam fora da área de operação e que medidas de segurança serão aprimoradas em futuras ações.
As investigações revelaram que a facção utiliza barricadas, drones e impõe um toque de recolher nas comunidades, além de exercer controle sobre serviços públicos. A operação é parte de um esforço contínuo para combater a violência e o tráfico na região, que tem afetado a vida de muitos cidadãos.
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