Juliana Alves Prado Pereira, uma psicóloga de 27 anos, morreu após a queda de um balão em Capela do Alto, São Paulo, enquanto passeava com o marido. O balão, que levava 33 pessoas, caiu em uma área rural, resultando na morte de Juliana e ferimentos leves em outras dez pessoas. O balão era clandestino e não estava ligado ao Campeonato Brasileiro de Balonismo, que acontecia na região. O piloto foi preso e a polícia investiga o caso como homicídio culposo. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo pediu exames para verificar se Juliana estava grávida. O acidente ocorreu por volta das 8h, e a Guarda Civil Municipal prestou os primeiros socorros. O local foi isolado para investigação. A Confederação Brasileira de Balonismo informou que o balão não estava vinculado ao evento e que as condições climáticas levaram ao cancelamento das atividades do campeonato. A Polícia Civil registrou o caso na Delegacia de Tatuí, e a investigação está sendo realizada pelo Instituto de Criminalística e pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.
Juliana Alves Prado Pereira, uma psicóloga de 27 anos, morreu após a queda de um balão em Capela do Alto, São Paulo, neste domingo, 15 de outubro. Ela estava a passeio com o marido, Leandro de Aquino Pereira, em comemoração ao Dia dos Namorados. O balão, que levava 33 passageiros, caiu em uma área rural, resultando na morte de Juliana e ferimentos leves em outras dez pessoas.
O balão envolvido no acidente era clandestino e não tinha relação com o Campeonato Brasileiro de Balonismo, que ocorria nas proximidades. O piloto foi preso em flagrante e a polícia investiga o caso como homicídio culposo. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou que exames foram solicitados para verificar a possibilidade de Juliana estar grávida.
O acidente ocorreu por volta das 8h, próximo à estrada General Portela. O balão decolou de Iperó e, após a queda, a Guarda Civil Municipal prestou os primeiros socorros. O local foi isolado para investigação pelas autoridades competentes, incluindo a Perícia Técnica e o Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa).
Investigação em Andamento
A Confederação Brasileira de Balonismo esclareceu que o balão não estava vinculado ao evento e que as condições climáticas adversas levaram ao cancelamento das atividades do campeonato. O governador Tarcísio de Freitas havia destacado a região como a “Capadócia caipira” durante a abertura do evento.
A Polícia Civil registrou o caso na Delegacia de Tatuí, onde o piloto foi autuado. A investigação está sendo conduzida pelo Instituto de Criminalística e pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA). A tragédia levanta preocupações sobre a segurança em voos de balão, especialmente em eventos com grande público.
Entre na conversa da comunidade