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Polícia investiga envolvimento de seguranças e frequentadores na morte de empresário

Polícia investiga morte de empresário em Interlagos e apura possível envolvimento de seguranças e funcionários do evento.

Corpo do empresário Adalberto Junior foi encontrado em um buraco numa área em obras no Autódromo de Interlagos (Foto: Reprodução/Facebook)
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A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior, encontrado em um buraco no Autódromo de Interlagos. Ele foi visto pela última vez em um evento de motocicletas e a causa da morte foi asfixia, com laudos indicando que foi uma morte lenta e agonizante. A diretora do DHPP, Ivalda Aleixo, afirmou que seguranças ou funcionários do evento podem estar envolvidos, e a polícia não descarta a participação de manobristas ou outros frequentadores. Há suspeitas de que Adalberto tenha sido agredido antes de ser jogado no buraco. O amigo dele, Rafael, que estava presente no dia do desaparecimento, é considerado testemunha e está colaborando com as investigações. A polícia aguarda resultados de exames de DNA relacionados a vestígios de sangue encontrados no carro da vítima, e os laudos não mostraram a presença de álcool ou drogas no corpo de Adalberto. A investigação continua em andamento.

A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior, encontrado em um buraco no Autódromo de Interlagos. Ele foi visto pela última vez em um evento de motocicletas, e a causa da morte foi identificada como asfixia. Laudos periciais indicam que a morte foi “lenta” e “agonizante”.

A diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Ivalda Aleixo, afirmou que a investigação considera a possibilidade de envolvimento de seguranças ou outros funcionários do evento. A polícia não descarta a participação de manobristas, vigilantes ou até mesmo outros frequentadores. O sigilo foi mantido devido à complexidade do caso.

Os investigadores acreditam que Adalberto pode ter sido agredido durante ou após uma briga. Há indícios de que ele estava vivo, mas desacordado, quando foi jogado no buraco. A presença de líquido seminal no corpo foi questionada, mas a polícia esclareceu que isso pode ocorrer em casos de asfixia.

O amigo de Adalberto, Rafael, que estava com ele no dia do desaparecimento, é considerado apenas uma testemunha e tem colaborado com as investigações. A polícia aguarda resultados de exames de DNA relacionados a vestígios de sangue encontrados no carro da vítima. O laudo, que deveria ser divulgado nesta semana, ainda não foi liberado.

Além disso, os laudos não detectaram a presença de álcool ou drogas no corpo de Adalberto, embora a ausência de álcool não descarte a possibilidade de consumo. A investigação continua em andamento, com a expectativa de novos desdobramentos.

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