Dhony de Assis, um motoboy de 26 anos, foi preso em Curitiba após contradições em seu depoimento sobre a morte de Raissa Suellen Ferreira da Silva, de 23 anos. Inicialmente, Dhony era investigado apenas por ocultação de cadáver, mas agora é suspeito de ter participado do homicídio. Seu pai, Marcelo Alves dos Santos, de 40 anos, confessou ter matado Raissa após ser rejeitado por ela. Ambos estão na mesma prisão. A prisão de Dhony ocorreu depois que a polícia analisou imagens de câmeras de segurança que mostraram seu pai dirigindo o carro usado para enterrar o corpo, o que contradiz a versão de Dhony. Ele disse que, ao chegar em casa, encontrou Raissa morta e tentou convencer o pai a se entregar, mas acabou ajudando a enterrar o corpo em uma área de mata. O advogado de Dhony argumenta que ele só deveria ser responsabilizado por dirigir o carro e que não teve envolvimento no crime. Dhony expressou arrependimento por ter ajudado o pai e afirmou que agiu por impulso. A investigação ainda está em andamento.
Indiciado no inquérito sobre a morte da miss Raissa Suellen Ferreira da Silva, de 23 anos, o motoboy Dhony de Assis, de 26, foi preso em Curitiba nesta quarta-feira (18). Inicialmente investigado apenas por ocultação de cadáver, Dhony agora é suspeito de envolvimento direto no homicídio.
O crime foi confessado por seu pai, Marcelo Alves dos Santos, de 40 anos, que alegou ter matado Raissa após ser rejeitado por ela. Ambos estão detidos na mesma penitenciária na Região Metropolitana de Curitiba. A prisão de Dhony foi decretada após a polícia analisar imagens de câmeras de segurança que contradizem seu depoimento.
Em seu relato, Dhony afirmou que, no dia do crime, recebeu uma mensagem do pai pedindo que não voltasse para casa. Ao chegar, encontrou o corpo da jovem sobre a cama. Ele alegou que tentou convencer Marcelo a se entregar, mas acabou dirigindo um carro emprestado até uma área de mata em Araucária, onde o corpo foi enterrado. As imagens, no entanto, mostram que Marcelo estava ao volante, levantando suspeitas sobre a veracidade do depoimento de Dhony.
Contradições e Defesa
O advogado de Dhony, Caio Percival, argumenta que seu cliente deveria ser responsabilizado apenas por dirigir o veículo. Ele defende que a participação de Dhony se limitou a ajudar o pai a ocultar o corpo. Em uma entrevista, Dhony reafirmou que não teve envolvimento no crime, afirmando que seu pai agiu sozinho.
Dhony descreveu a situação como um momento de pânico e desespero. Ele relatou que, durante o trajeto até o local do sepultamento, não houve diálogo entre pai e filho. O motoboy expressou arrependimento por ter ajudado o pai, enfatizando que sua decisão foi impulsionada pela emoção e pela ligação familiar.
A investigação continua, e a polícia busca esclarecer todos os detalhes do caso, que chocou a comunidade local.
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