Durante a Parada LGBT+ em São Paulo, a polícia prendeu sete pessoas por furto de celulares e uma por receptação, recuperando 24 aparelhos. A operação contou com 1.500 policiais militares e aconteceu em áreas com grande concentração de participantes, como a avenida Paulista e a rua da Consolação. Entre os detidos, estavam cinco estrangeiros. A Secretaria da Segurança Pública informou que a ação visava combater crimes de ódio e delitos comuns. Em uma das situações, um homem foi visto recebendo celulares de outros quatro indivíduos, dos quais três conseguiram fugir. Até agora, três vítimas tiveram seus aparelhos devolvidos. A segurança do evento também contou com unidades especiais para proteger os participantes. O DHPP já havia realizado operações semelhantes durante o Carnaval, utilizando estratégias de disfarce.
Um grupo de policiais civis do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa) prendeu sete pessoas em flagrante por furto de celulares e uma por receptação durante a Parada LGBT+ em São Paulo, realizada no último domingo (22). A operação resultou na recuperação de 24 aparelhos furtados.
A ação policial, que envolveu 1.500 policiais militares e diversas viaturas, foi parte de um esquema de segurança montado para o evento. Os flagrantes ocorreram na avenida Paulista e na rua da Consolação, locais de grande concentração de participantes. Entre os detidos, estavam cinco estrangeiros.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os agentes do DHPP foram designados para combater crimes de ódio e intolerância, além de delitos comuns. Em uma das ocorrências, policiais observaram um homem com uma bolsa, cercado por outros quatro indivíduos que lhe entregaram celulares. Durante a abordagem, três deles conseguiram fugir, mas dois foram detidos. Na bolsa, foram encontrados dez celulares furtados.
Até o momento, três vítimas dos furtos foram identificadas e tiveram seus aparelhos devolvidos. O esquema de segurança também contou com unidades especiais, como Rota, Gate, Cavalaria e Rocam, para garantir a segurança dos participantes.
A atuação do DHPP em eventos de grande público não é nova. Em março, durante o Carnaval, a equipe já havia utilizado estratégias de disfarce para prender criminosos. A chefe do DHPP, Ivalda Aleixo, liderou uma operação caracterizada como a cantora Rita Lee, demonstrando a criatividade nas abordagens para coibir delitos.
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