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Corpo de Juliana Marins é encontrado após busca em vulcão na Indonésia

Juliana Marins, brasileira de 26 anos, foi encontrada morta após queda em trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, após busca de 85 horas.

Brasileira Juliana Marins aguardava resgate há horas após cair enquanto fazia trilha no Monte Rinjani, na Indonésia (Foto: Reprodução)
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Juliana Marins, uma brasileira de 26 anos, foi encontrada morta no Monte Rinjani, na Indonésia, após um acidente durante uma trilha. O corpo dela foi localizado na manhã de 24 de outubro, quatro dias depois da queda, que ocorreu na noite de 20 de outubro. Juliana, natural de Niterói, estava em uma viagem de mochilão pela Ásia desde fevereiro e havia visitado países como Filipinas, Vietnã e Tailândia. Ela costumava compartilhar suas aventuras nas redes sociais. O acidente aconteceu quando ela caiu em um penhasco de cerca de 600 metros. As operações de busca foram complicadas por condições climáticas ruins e terreno difícil, com sete socorristas enfrentando neblina intensa e falta de visibilidade. A família de Juliana soube do acidente por outros turistas e o pai, Manoel Marins, viajou para a Indonésia para ajudar nas buscas. A morte dela causou grande comoção nas redes sociais, onde amigos prestaram homenagens. Juliana era formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e trabalhava em empresas do grupo Globo. A tragédia levanta preocupações sobre a segurança nas trilhas do Monte Rinjani, que já registrou outros acidentes graves.

Juliana Marins, uma brasileira de 26 anos, foi encontrada morta no Monte Rinjani, na Indonésia, após um acidente durante uma trilha. O corpo da jovem foi localizado na manhã de 24 de outubro, quatro dias após a queda, que ocorreu na noite de 20 de outubro.

Natural de Niterói, Juliana estava em uma viagem de mochilão pela Ásia desde fevereiro, tendo visitado países como Filipinas, Vietnã e Tailândia. Ela compartilhou suas experiências nas redes sociais, onde expressava sua paixão por aventuras ao ar livre. O acidente aconteceu quando Juliana caiu em um penhasco de aproximadamente 600 metros de profundidade.

Desafios no Resgate

As operações de busca enfrentaram dificuldades significativas, incluindo condições climáticas adversas, como neblina intensa e terreno íngreme. Sete socorristas conseguiram se aproximar do local, mas as buscas foram frequentemente interrompidas devido à falta de visibilidade. A equipe utilizou drones térmicos para localizar Juliana, que foi encontrada imóvel em uma encosta.

A família de Juliana recebeu a notícia do acidente por meio de outros turistas que estavam na trilha. O pai, Manoel Marins, viajou para a Indonésia para acompanhar os trâmites de resgate e expressou sua gratidão pelo apoio recebido. Durante os dias de busca, a família criticou a lentidão das operações, que foram paralisadas em várias ocasiões.

Impacto e Lamentações

A morte de Juliana gerou comoção nas redes sociais, onde amigos e conhecidos prestaram homenagens. A jovem era formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e trabalhava em empresas do grupo Globo. Além disso, era praticante de pole dance e participava de corridas de rua.

A tragédia levanta questões sobre a segurança nas trilhas do Monte Rinjani, um destino popular, mas conhecido por seus riscos. Nos últimos anos, a região registrou diversos acidentes, resultando em ferimentos e mortes. A situação de Juliana reitera a importância de precauções em atividades de aventura.

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