Uma professora temporária de 29 anos, Thallyta Silva Almeida, foi presa em Brasília por roubar dados de cartões de crédito de colegas na Escola Classe da 308 Sul. Ela foi flagrada por câmeras de segurança enquanto mexia na bolsa da vice-diretora e fotografava os cartões. Thallyta furtou o cartão da vice-diretora e de mais cinco pessoas, causando um prejuízo de até R$ 1 mil. Após a prisão, ela foi desligada da Secretaria de Educação e liberada após pagar fiança. A polícia informou que Thallyta usou os dados roubados para fazer compras em uma loja de roupas. A vice-diretora conseguiu cancelar a compra antes que o prejuízo se concretizasse. Thallyta já havia sido presa anteriormente por um crime semelhante. A Secretaria de Educação disse que tomou as medidas necessárias e está colaborando com as investigações. A situação gerou preocupação entre os funcionários da escola sobre a segurança de seus dados pessoais.
Uma professora temporária, Thallyta Silva Almeida, de 29 anos, foi presa nesta segunda-feira (23) após ser flagrada roubando dados de cartões de crédito de colegas na Escola Classe da 308 Sul, em Brasília. A detenção ocorreu após a divulgação de imagens de câmeras de segurança que mostraram Thallyta mexendo na bolsa da vice-diretora e fotografando os cartões.
As filmagens revelaram que a professora não apenas furtou o cartão da vice-diretora, mas também de outras cinco pessoas, causando um prejuízo estimado em até R$ 1 mil. Após a prisão, Thallyta foi desligada da Secretaria de Educação e liberada após pagar fiança.
Detalhes do Crime
De acordo com a Polícia Civil, Thallyta utilizou os dados roubados para realizar compras em uma loja de roupas para academia. A vice-diretora, ao ser notificada sobre a transação, conseguiu cancelar a compra antes que o prejuízo se concretizasse. Durante seu depoimento, Thallyta optou por permanecer em silêncio, conforme relatou seu advogado, Diego Araújo.
Este não é o primeiro incidente envolvendo a professora. Em maio de 2024, Thallyta já havia sido presa por um crime semelhante, quando atuava como estagiária no Tribunal de Justiça do Distrito Federal. A Secretaria de Educação do DF informou que tomou as providências necessárias assim que foi informada sobre a situação, encerrando imediatamente o vínculo com a docente.
Repercussão
A situação gerou preocupação entre os funcionários da escola, que agora se sentem inseguros em relação à proteção de seus dados pessoais. A Secretaria de Educação afirmou que está acompanhando o caso e se colocou à disposição das autoridades para colaborar com as investigações. A situação levanta questões sobre a segurança e a confiança no ambiente escolar, especialmente em relação ao tratamento de informações sensíveis.
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