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Mãe critica pena de 18 anos para filho que assassinou a irmã em São Paulo

Mãe de Andreza Schitini clama por justiça divina após condenação de 18 anos a Edinilson Lima por homicídio qualificado da irmã.

Mãe disse que pena imposta ao seu filho que matou a irmã é pouca (Foto: Reprodução/TV Tem)
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A manicure Andreza Schitini foi assassinada pelo irmão, Edinilson Aparecido de Lima, em agosto do ano passado. Edinilson, de 48 anos, confessou o crime e foi condenado a 18 anos de prisão por homicídio qualificado. A mãe de Andreza, Erminda, achou a pena muito curta e disse que espera por justiça divina. Durante o julgamento, Edinilson admitiu que matou a irmã durante uma briga, mas a promotoria destacou a crueldade do ato. Andreza, de 35 anos, foi encontrada morta em casa, e Edinilson escondeu o corpo em um riacho. Ele participou das buscas antes de confessar que o crime teve motivos financeiros. A defesa dele não se manifestou, mas ele pode recorrer da decisão. Andreza deixou dois filhos que agora enfrentam a dor da perda.

A mãe da manicure Andreza Schitini, assassinada pelo irmão em agosto do ano passado em Tatuí (SP), considerou a pena de 18 anos imposta a Edinilson Aparecido de Lima, de 48 anos, como “pouca”. Edinilson confessou o crime, alegando uma relação conturbada com a vítima.

A sentença foi proferida após um júri popular, onde Edinilson foi condenado por homicídio qualificado. Durante o depoimento, ele admitiu ter matado Andreza durante uma discussão, mas a promotoria destacou a crueldade do ato. A mãe da vítima, Erminda, e uma irmã de Edinilson, Jéssica, foram testemunhas de acusação e pediram justiça.

Erminda expressou alívio com a condenação, mas lamentou a duração da pena. “Estou um pouco mais aliviada. Sensação de que a Justiça foi feita, pouca, mas foi feita”, declarou. Ela ressaltou que, apesar de ser seu filho, nada justifica o que ele fez e que espera pela “justiça divina”.

Detalhes do Crime

Andreza, de 35 anos, foi encontrada morta em sua residência. Edinilson, após o crime, enrolou o corpo da irmã em um cobertor e o descartou em um riacho no quintal. Ele chegou a participar das buscas pelo corpo antes de confessar o assassinato, que teria sido motivado por questões financeiras.

A defesa de Edinilson não foi localizada para comentar a decisão, mas ele ainda pode recorrer da sentença. Andreza deixou dois filhos, que agora enfrentam a dor da perda e a complexidade da situação familiar.

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