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Irmãs brasileiras recebem prêmio em Londres por talento excepcional na infância

Irmãs de Barueri recebem prêmio internacional e entregam telescópio a ganhador do Nobel, destacando a ciência brasileira em Londres.

Beatriz e Isabella foram reconhecidas no prêmio Global de Crianças Prodígio na categoria Educação (Foto: Arquivo Pessoal)
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Beatriz e Isabella Toassa, irmãs de Barueri, foram premiadas no Global Child Prodigy Awards em Londres, na categoria Educação. A cerimônia aconteceu no Parlamento Britânico e reconheceu a contribuição das jovens para a ciência no Brasil. Com 15 e 14 anos, elas já têm prêmios em olimpíadas de astronomia e robótica e são membros da Academia Brasileira de Jovens Cientistas. Durante o evento, entregaram um telescópio feito em impressora 3D ao ganhador do Nobel de Física, George F. Smoot, destacando a ciência brasileira. O prêmio homenageou 100 crianças prodígios de várias partes do mundo, incluindo cinco jovens brasileiros em outras categorias. As irmãs começaram a se interessar por ciência desde pequenas e têm um perfil nas redes sociais, “Dupla Big Bang”, com mais de 200 mil seguidores, onde mostram experimentos. Elas planejam criar um clube de ciência em parceria com a Embaixada dos Estados Unidos, oferecendo aulas online para cerca de 100 crianças.

Beatriz e Isabella Toassa, irmãs de Barueri, foram reconhecidas no prêmio Global Child Prodigy Awards em Londres, na categoria Educação. A cerimônia ocorreu no Parlamento Britânico nesta quinta-feira, 26 de outubro, e destacou a contribuição das jovens para a ciência brasileira.

As irmãs, de 15 e 14 anos, já eram conhecidas por suas conquistas em olimpíadas de astronomia e robótica. Desde 2022, são membros da Academia Brasileira de Jovens Cientistas e acumulam milhares de visualizações no perfil “Dupla Big Bang”, onde divulgam experimentos científicos nas redes sociais. “Ficamos muito felizes em saber que, de 100 crianças, duas somos nós e sete são do Brasil”, afirmaram.

Durante a premiação, Beatriz e Isabella entregaram um telescópio feito em impressora 3D a George F. Smoot, ganhador do prêmio Nobel de Física. “Foi importante levar a ciência piauiense para um ganhador do prêmio Nobel”, disseram as irmãs, que são embaixadoras de um projeto educacional no Piauí.

O prêmio reconheceu 100 crianças prodígios de diversas partes do mundo, escolhidas com base em critérios como idade e experiência na área de talento. Além das irmãs Toassa, outros cinco jovens brasileiros foram premiados em categorias como Inteligência e Memória e Ciências Espaciais.

A trajetória das irmãs começou com a curiosidade infantil, que se transformou em uma busca por aprendizado. Participaram da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica desde pequenas, conquistando medalhas em várias competições. “Elas sempre foram muito curiosas e começaram a se interessar por ciência efetivamente”, contou a mãe, Stefanie Camasmie Toassa.

O perfil “Dupla Big Bang” já conta com mais de 200 mil seguidores e se tornou uma plataforma para mostrar que a ciência pode ser divertida. As irmãs planejam iniciar um clube de ciência em parceria com a Embaixada dos Estados Unidos, onde ministrarão aulas online para cerca de 100 crianças.

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