Alexandre Pato ajudou a família de Juliana Marins, uma brasileira de 26 anos que morreu em um acidente durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia. Juliana caiu em uma ribanceira enquanto praticava turismo de aventura sozinha. Após a queda, ela foi vista viva por drones, mas o resgate foi difícil devido ao mau tempo. Quatro dias depois, seu corpo foi encontrado. Pato ofereceu ajuda para os custos do traslado do corpo, que foram cobertos pela Prefeitura de Niterói, mas as passagens de volta ao Brasil do pai e da prima de Juliana não estavam incluídas. Quando soube disso, Pato pagou as passagens para que eles pudessem retornar ao Brasil. A morte de Juliana causou grande tristeza nas redes sociais, com amigos e familiares prestando homenagens. O pai dela, Manoel Marins, compartilhou um tributo emocionado, lembrando os momentos felizes da família. A data de chegada do corpo de Juliana ao Brasil ainda não foi informada.
O ex-jogador de futebol Alexandre Pato custeou as passagens de volta ao Brasil do pai e da prima de Juliana Marins, brasileira de 26 anos que faleceu após um acidente durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia. Juliana praticava turismo de aventura sozinha quando caiu em uma ribanceira no dia 20 de junho.
Após a queda, Juliana foi vista viva por drones, a cerca de 300 metros abaixo da trilha. O resgate foi complicado por condições climáticas adversas. Quatro dias depois, seu corpo foi encontrado a aproximadamente 600 metros do local da queda. Desde o início das buscas, Pato demonstrou apoio à família. Ele contatou parentes para oferecer ajuda com os custos do traslado do corpo.
A família de Juliana inicialmente recusou a ajuda, pois a Prefeitura de Niterói já havia assumido os custos do traslado, totalizando R$ 55 mil. No entanto, as passagens aéreas do pai e da prima não estavam incluídas. Ao saber disso, Pato voltou a se oferecer e providenciou as passagens de retorno ao Brasil.
A morte de Juliana gerou grande comoção nas redes sociais. Amigos e familiares prestaram homenagens, destacando sua alegria e amor pela vida. O pai dela, Manoel Marins, publicou um tributo emocionado, relembrando momentos felizes da família. Ele destacou que Juliana viveu intensamente seus 26 anos, afirmando que “viver é melhor que sonhar”. A previsão para a chegada do corpo de Juliana ao Brasil ainda não foi divulgada.
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