A turista brasileira Juliana Marins morreu durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia. O governador da província de Sonda Ocidental, Lalu Muhamad Iqbal, lamentou a tragédia em uma carta aberta, mencionando as dificuldades enfrentadas na operação de resgate, que durou quatro dias e foi complicada por mau tempo. Juliana, de 30 anos, escorregou e caiu de um penhasco. O resgate foi dificultado pela visibilidade ruim e problemas com os helicópteros. A Prefeitura de Niterói vai ajudar a repatriar o corpo de Juliana, que estava viajando desde fevereiro. O governador destacou a necessidade de melhorar a segurança nas trilhas do Rinjani para evitar novos acidentes.
O governador da província de Sonda Ocidental, Lalu Muhamad Iqbal, lamentou a morte da turista brasileira Juliana Marins, ocorrida durante uma trilha no vulcão Rinjani. Em uma carta aberta publicada nas redes sociais, Iqbal destacou as dificuldades enfrentadas na operação de resgate e a necessidade urgente de melhorias na infraestrutura de segurança da região.
Juliana, que estava em uma trilha no dia 21 de junho, escorregou e caiu de um penhasco. O resgate, que durou quatro dias, foi complicado por condições climáticas adversas, como chuvas intensas e névoa densa. O governador mencionou que a equipe de resgate, composta em grande parte por voluntários, enfrentou desafios significativos, incluindo a insegurança das operações aéreas devido ao terreno arenoso.
“Estamos todos profundamente abalados por essa tragédia”, afirmou Iqbal, referindo-se a Juliana como uma “irmã”. Ele reconheceu que a região carece de profissionais certificados em resgate vertical e de equipamentos adequados para situações de emergência. O governador se comprometeu a iniciar uma revisão abrangente da segurança nas trilhas do Rinjani, que se tornou um destino turístico internacional.
Desafios no Resgate
As dificuldades enfrentadas pela equipe de resgate foram atribuídas às “forças da natureza”. O uso de drones térmicos para localizar Juliana foi prejudicado pela visibilidade limitada. Além disso, a entrada de areia nos motores dos helicópteros tornou as operações aéreas arriscadas.
Juliana Marins, publicitária de 30 anos, estava em uma viagem de mochilão desde fevereiro. O traslado de seu corpo será custeado pela Prefeitura de Niterói, após a família optar por aceitar a ajuda da administração municipal. O governo federal também tomou medidas para facilitar a repatriação do corpo, mas a família decidiu seguir por esse caminho.
A morte de Juliana levantou questões sobre a segurança nas trilhas do Rinjani, um dos principais atrativos turísticos da Indonésia. O governador Iqbal enfatizou a necessidade de aprimorar a infraestrutura de segurança, especialmente em áreas de risco, para evitar que tragédias semelhantes ocorram no futuro.
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