Juliana Marins, uma publicitária de 26 anos, morreu em um acidente durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia. Sua família e amigos a descrevem como carinhosa e aventureira. Mariana, sua irmã, criou um perfil nas redes sociais para ajudar nas buscas, que já tem 1,7 milhão de seguidores. A família está preocupada com a lentidão do resgate e as circunstâncias do acidente. O acidente aconteceu em 20 de junho, quando Juliana caiu e desapareceu na neblina. Peritos afirmam que a causa da morte foi um trauma torácico grave, mas a família questiona a falta de informações sobre o momento da morte. A mochila de Juliana foi encontrada na trilha, e ela estava sem casaco, o que levanta dúvidas sobre o resgate. Os pais de Juliana estão em choque e lembram dela como uma luz em suas vidas. Juliana sempre buscou explorar lugares pouco acessíveis e sonhava em viajar pelo sudeste asiático. Ela planejava dar aulas de ioga na Índia após passar um tempo em um mosteiro na Tailândia. A última conversa dela com as amigas foi cheia de bom humor, refletindo sua personalidade vibrante.
Juliana Marins, publicitária de 26 anos, faleceu após um acidente durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia. A família e amigos a descrevem como uma pessoa carinhosa e aventureira. Mariana, sua irmã, criou um perfil nas redes sociais para mobilizar buscas, que já conta com 1,7 milhão de seguidores. A família questiona a lentidão no resgate e as circunstâncias do acidente.
Juliana sempre foi uma pessoa inquieta e cheia de vida. Desde pequena, demonstrou coragem e determinação, como quando decidiu aprender a andar de bicicleta sozinha. Mariana relembra momentos da infância, como quando Juliana se escondeu em um shopping, causando preocupação na família. Agora, Mariana tenta equilibrar a dor da perda com a memória da irmã, enquanto gerencia o perfil @resgatejulianamarins.
O acidente ocorreu em 20 de junho, quando Juliana sofreu uma queda durante a trilha. Após duas quedas subsequentes, ela desapareceu em meio à neblina. Peritos indicam que a morte foi causada por um trauma torácico grave, mas a família questiona a falta de informações sobre o momento exato da morte. A mochila de Juliana foi encontrada na trilha, e ela estava sem o casaco, levantando suspeitas sobre o resgate.
Os pais de Juliana, Manoel e Estela, estão em estado de choque. Manoel, que se lembra da filha como uma luz em sua vida, destaca a importância de suas viagens e experiências. Juliana sempre buscou ocupar espaços raramente acessíveis a pessoas como ela, e sua coragem era admirada por amigos e familiares. Mariana revela que, antes da viagem, discutiram os riscos que uma mulher negra enfrenta ao viajar sozinha.
Juliana sonhava em explorar o mundo e, após economizar por anos, decidiu viajar pelo sudeste asiático. Ela trabalhou em troca de hospedagem e passou dias em um mosteiro budista na Tailândia. Seu próximo destino seria a Índia, onde daria aulas de ioga. A última conversa entre Juliana e suas amigas foi marcada por bom humor, refletindo sua personalidade vibrante e destemida.
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