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Artista americana denuncia golpe após venda de quadro supostamente para Lady Gaga

Artista é enganada em golpe ao vender pintura para falso representante de Lady Gaga; FBI investiga leilão da obra em Hong Kong.

Artista americana descobre golpe após suposta compra de quadro por Lady Gaga; FBI investiga caso (Foto: The New York Times)
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Emma Webster, uma artista americana de 36 anos, acreditou ter feito um grande avanço em sua carreira ao vender uma pintura para alguém que se apresentou como Lady Gaga. No entanto, isso se revelou um golpe. Após dois anos, a pintura reapareceu em um leilão em Hong Kong, o que levou o FBI a investigar o caso. Webster recebeu um e-mail de um endereço suspeito, supostamente da verdadeira Lady Gaga, mostrando interesse em sua obra. Em 2022, após algumas conversas, ela vendeu a pintura chamada Happy Valley por 55 mil dólares. O pagamento foi feito e a obra enviada, mas o pai de Webster a encontrou sendo leiloada pela Christie’s. A investigação mostrou que o e-mail era falso e que Lady Gaga não sabia da venda. O galerista que consignou a pintura também se disse enganado. O advogado de Webster informou que a pintura foi denunciada como roubada e que o caso está sendo investigado pelo FBI, destacando a vulnerabilidade dos artistas a fraudes no mercado de arte.

A artista americana Emma Webster, de 36 anos, viu sua carreira tomar um rumo inesperado após vender uma pintura para alguém que se apresentou como Lady Gaga. O que parecia ser um marco profissional se transformou em um golpe de falsidade ideológica. Dois anos depois, a obra reapareceu em um leilão em Hong Kong, levando o FBI a investigar o caso.

Webster, conhecida por suas paisagens em realidade virtual, recebeu um e-mail assinado por “Stefani Germanotta”, nome verdadeiro da popstar. A mensagem, enviada de um endereço suspeito, expressava interesse em adquirir uma de suas obras. Em 2022, após três exposições bem-sucedidas, a artista estava animada com a possibilidade de expandir sua carreira. O e-mail afirmava que a coleção da suposta Lady Gaga era centrada em artistas mulheres, o que deixou Webster entusiasmada.

Após algumas trocas de mensagens, a artista concordou em vender sua pintura Happy Valley por US$ 55 mil. O pagamento foi realizado e a obra despachada. No entanto, dois anos depois, o pai de Webster encontrou a pintura sendo leiloada pela Christie’s em Hong Kong. A artista ficou perplexa e questionou a autenticidade da venda.

A investigação revelou que o e-mail era falso e que a verdadeira Lady Gaga não tinha conhecimento da transação. O empresário da cantora confirmou que Webster havia sido enganada. A pintura foi consignada à Christie’s por Matt Chung, um galerista de Hong Kong, que também se disse vítima do golpe. A Christie’s, por sua vez, informou que manteria a obra até que a disputa fosse resolvida.

O advogado de Webster afirmou que a pintura foi denunciada como roubada e que o caso está sob investigação do FBI. A situação destaca a vulnerabilidade de artistas no mercado de arte e a importância de proteger suas obras contra fraudes. Luke Nikas, advogado especializado, ressaltou que a personificação para obter vantagem é uma contravenção penal nos Estados Unidos.

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