- Juliana Marins, brasileira de 26 anos, faleceu após cair de uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, em 21 de outubro.
- O governador da província de Nusa Tenggara Ocidental, Lalu Muhamad Iqbal, reconheceu a falta de equipamentos e profissionais de resgate adequados.
- Iqbal destacou que a montanha, um destino turístico internacional, necessita de melhorias na infraestrutura de segurança.
- Ele elogiou os voluntários que participaram do resgate e se comprometeu a aumentar o preparo para futuras emergências.
- Após o acidente, a trilha foi reaberta sem menção a Juliana, gerando críticas sobre a segurança e a responsabilidade das autoridades locais.
Lalu Muhamad Iqbal, governador da província de Nusa Tenggara Ocidental, na Indonésia, reconheceu a insuficiência de equipamentos e profissionais de resgate após a morte da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que caiu de uma trilha no Monte Rinjani. O acidente, ocorrido no dia 21 de outubro, levantou críticas sobre a segurança das trilhas e a infraestrutura de resgate local.
Em uma carta aberta publicada em suas redes sociais, Iqbal afirmou que o número de profissionais de resgate vertical certificados é insuficiente e que a equipe carece de equipamentos adequados. Ele destacou que a montanha, que se tornou um destino turístico internacional, precisa de melhorias na infraestrutura de segurança.
O governador também comentou sobre as dificuldades enfrentadas durante as operações de resgate. Condições climáticas adversas, como neblina intensa e chuvas persistentes, dificultaram a localização de Juliana, que ficou desaparecida até o dia 24 de outubro. O terreno arenoso também representou um risco para os helicópteros envolvidos na operação.
Iqbal elogiou os esforços dos voluntários que participaram do resgate, afirmando que muitos arriscaram suas vidas por compaixão. Ele se comprometeu a aumentar o preparo para futuras emergências, buscando parcerias com especialistas em montanhismo e operações de resgate vertical.
Após o acidente, a administração do parque reabriu a trilha de escalada no Monte Rinjani, sem mencionar Juliana. As autoridades locais foram criticadas pela negligência durante o período em que a brasileira esteve desaparecida. A tragédia gerou um debate sobre a segurança nas trilhas e a responsabilidade das autoridades em garantir a proteção dos turistas.
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