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Homem ligado ao PCC é preso transportando R$ 150 mil diariamente

Polícia Civil desmantela esquema financeiro do PCC e apreende bens de luxo em operação que resultou na prisão de 36 pessoas.

Alex Amaro de Oliveira, conhecido como Barba, foi preso durante uma operação da Polícia Civil de Santos (SP) em um apartamento de alto padrão no bairro Morumbi, em São Paulo. (Foto: POLICIA CIVIL)
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A Polícia Civil de São Paulo prendeu Alex Amaro de Oliveira, conhecido como ‘Barba’, que era o tesoureiro do PCC, em um apartamento luxuoso no Morumbi. A operação, realizada em 24 de outubro, resultou na apreensão de dinheiro, joias e carros caros. Durante a abordagem, os policiais encontraram anotações que mostravam que ‘Barba’ movimentava até R$ 150 mil por dia do tráfico. Ele também controlava pontos de venda de drogas em comunidades, gerando lucros significativos que eram usados para comprar bens de luxo. A prisão foi parte de uma investigação que começou na Baixada Santista, onde um veículo suspeito foi monitorado. Um dos ocupantes do carro, chamado ‘Irmão Vinicius’, foi preso e levou os policiais até ‘Barba’. Além disso, um dos carros apreendidos tinha um fundo falso tecnológico para transportar dinheiro do tráfico. A operação envolveu policiais de 24 cidades e resultou na prisão de 36 pessoas e na apreensão de 11 adolescentes envolvidos com o tráfico.

Polícia Civil de São Paulo prende tesoureiro do PCC em operação no Morumbi

A Polícia Civil de São Paulo prendeu Alex Amaro de Oliveira, conhecido como ‘Barba’, apontado como tesoureiro do Primeiro Comando da Capital (PCC), em um luxuoso apartamento no Morumbi, no dia 24 de outubro. A operação resultou na apreensão de dinheiro, joias e veículos de alto valor.

Durante a abordagem, os policiais encontraram anotações que indicavam que ‘Barba’ movimentava até R$ 150 mil por dia provenientes do tráfico. O delegado Leonardo Rivau, da 2ª Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), afirmou que ele era responsável por coletar e repassar os valores das ‘biqueiras’ para a cúpula da facção.

Estrutura do tráfico

Além de atuar como tesoureiro, ‘Barba’ controlava suas próprias franquias de tráfico em comunidades de São Paulo, gerando entre R$ 40 mil e R$ 50 mil por cada uma. Os lucros eram utilizados para a compra de bens de luxo, caracterizando práticas de lavagem de dinheiro. No apartamento, foram encontrados relógios caros, colares de ouro e dois carros avaliados em mais de R$ 600 mil.

A prisão foi resultado de investigações que começaram na Baixada Santista. A polícia monitorou um veículo suspeito que transportava dinheiro do tráfico para a capital. Um dos ocupantes, identificado como ‘Irmão Vinicius’, foi preso e levou os policiais até o apartamento de ‘Barba’.

Tecnologia no crime

Os policiais descobriram que um dos carros apreendidos possuía um fundo falso tecnológico, acessível apenas com um cartão magnético. Essa inovação permitia o transporte seguro de dinheiro do tráfico. Além disso, foram apreendidos celulares e notebooks, que agora estão sendo analisados para identificar conexões com outros membros do PCC.

A investigação revelou que ‘Barba’ cresceu em meio ao tráfico, na Favela da Felicidade, e assumiu a tesouraria após a morte do antigo responsável, Alexsandro Roberto Pereira, o ‘Palito’. A operação mobilizou policiais de 24 cidades e resultou na prisão de 36 pessoas e na apreensão de 11 adolescentes suspeitos de envolvimento com o tráfico.

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