- O Museu Nacional do Rio de Janeiro reabre parcialmente nesta quarta-feira (2) após sete anos de inatividade devido ao incêndio de 2018.
- A nova exposição temporária “Entre Gigantes” destaca o meteorito Bendegó e o esqueleto de uma baleia cachalote.
- A exposição ficará em cartaz por dois meses e abrirá três ambientes ao público, incluindo o salão de entrada.
- O meteorito Bendegó, com mais de cinco toneladas, é o maior encontrado no Brasil.
- A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) estima que faltam R$ 170 milhões dos R$ 500 milhões necessários para concluir as obras de restauração.
O Museu Nacional do Rio de Janeiro reabre parcialmente nesta quarta-feira (2), após sete anos de inatividade devido ao incêndio devastador de 2018. A reabertura traz a exposição temporária “Entre Gigantes”, que destaca o meteorito Bendegó e o esqueleto de uma baleia cachalote.
A exposição, que ficará em cartaz por dois meses, abrirá três ambientes ao público, incluindo o salão de entrada, onde está o meteorito Bendegó, o maior encontrado no Brasil, com mais de cinco toneladas. O ministro da Educação, Camilo Santana, ressaltou a importância do museu como um espaço educacional e científico, afirmando que a reabertura é um passo significativo na recuperação do acervo perdido.
Entre as peças em exibição, destaca-se o esqueleto de uma baleia cachalote de 15,7 metros, que será suspenso na nova claraboia do edifício. A vice-diretora do museu, Andrea Costa, mencionou que o museu está em processo de construção de um novo acervo, recebendo doações de entidades públicas e privadas, embora ainda haja limitações de espaço.
O museu, fundado em 1818, abrigava cerca de 20 milhões de itens, incluindo coleções de diversas áreas. Parte do afresco “Dragão e Dois Golfinhos”, da coleção da imperatriz Tereza Cristina, foi restaurada e está entre as obras recuperadas. O manto tupinambá, uma peça histórica, está sob a guarda técnica do museu, aguardando condições adequadas para exposição.
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável pela gestão do museu, estima que faltam R$ 170 milhões dos R$ 500 milhões necessários para concluir as obras de restauração. Companhias como Vale e Bradesco, além do BNDES, têm contribuído financeiramente para a recuperação do espaço, que busca preservar sua estrutura original.
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