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Assaltos aumentam na Barra Funda após morte de publicitário por ladrões

A criminalidade aumenta na Barra Funda, com um crescimento de 80,8% nos crimes, enquanto a SSP investiga o assassinato de Adriano Pedreira.

Passarela que liga as ruas Souza Lima e Luigi Greco, na Barra Funda, onde o publicitário Adriano Campos Pereira foi agredido e teve seu celular roubado por um grupo de assaltantes, no dia 8 de junho. Adriano morreu no último dia 29 de junho após ficar 20 dias internado na UTI. (Foto: Taba Benedicto/ Estadão)
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  • Vitor Medrado foi baleado em fevereiro durante um assalto em São Paulo; três suspeitos estão presos.
  • A criminalidade na região do Parque do Povo aumentou significativamente.
  • Adriano Campos Pedreira, publicitário de 37 anos, foi agredido e assaltado por uma gangue na Barra Funda.
  • O crime ocorreu em uma passarela mal iluminada; a Secretaria da Segurança Pública (SSP) investiga o caso.
  • Dados mostram um aumento de 80,8% nos crimes na Barra Funda em relação ao ano anterior, com roubos e furtos de celular sendo os mais comuns.

Viúva de ciclista morto perto do Parque do Povo desabafa: ‘Quantos terão de passar por isso?’ Vitor Medrado foi baleado em fevereiro durante um assalto em São Paulo, e três suspeitos estão presos. A insegurança na região do Parque do Povo é alarmante, com um aumento significativo na criminalidade.

Adriano Campos Pedreira, publicitário de 37 anos, foi agredido e assaltado por uma gangue na Barra Funda. O crime ocorreu em uma passarela mal iluminada, o que agrava a situação de segurança na área. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) investiga o caso.

Dados do Radar da Criminalidade mostram um aumento de 80,8% nos crimes na Barra Funda em comparação ao mesmo período do ano anterior. Os roubos e furtos de celular são os delitos mais comuns. Pedreira foi abordado enquanto passava pela passarela que liga as ruas Luigi Greco e Souza Lima. Após o ataque, ele chegou em casa com dores e não acordou no dia seguinte.

A família acionou o Samu, e ele foi levado à Santa Casa, onde foi constatado que estava em coma. O publicitário, torcedor do Corinthians e empresário na área de publicidade, faleceu após três semanas. Nenhum suspeito foi identificado ou preso até o momento.

Donos de estabelecimentos na região alertam sobre a atuação de uma gangue que utiliza bicicletas para cometer os roubos. Moradores também destacam a falta de iluminação como um fator que torna a passarela ainda mais perigosa. A SSP não comentou sobre o aumento nos casos, mas afirmou que as investigações continuam pela 1ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco).

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