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Namorada de jovem que matou a família no Rio planejava assassinar a mãe

Adolescente planejou crime com namorada; investigação revela diálogos que indicam intenção de homicídio.

Delegacia de Água Boa, para onde a garota de 15 anos foi levada (Foto: PJC-MT)
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  • Um adolescente matou seus pais e irmão em Rio de Janeiro após ser proibido de visitar sua namorada.
  • O crime ocorreu enquanto a família dormia, e o jovem usou uma arma registrada em nome do pai.
  • Após os homicídios, ele espalhou um produto químico e escondeu os corpos em uma cisterna.
  • A namorada do adolescente também planejava assassinar sua mãe, e a polícia apreendeu seu notebook.
  • A mãe da garota não acreditou nas acusações, considerando-a uma aluna exemplar.

Um adolescente de 14 anos foi responsável pela morte de seus pais e de seu irmão de 3 anos no Rio de Janeiro. O crime ocorreu após os pais proibirem o jovem de visitar sua namorada, com quem mantinha um relacionamento virtual há seis anos.

A investigação revelou que a namorada do garoto, de 15 anos, também tinha planos de assassinar sua mãe. A Polícia Civil de Mato Grosso apreendeu o notebook da adolescente, que já havia sido ouvida anteriormente. O delegado Matheus Soares Augusto informou que os diálogos entre o casal indicavam a intenção de cometer o crime.

O adolescente esperou a família dormir, pegou uma arma registrada em nome do pai e cometeu os homicídios. Após o ato, ele espalhou um produto químico pelo chão e arrastou os corpos para uma cisterna. Quando questionado por parentes sobre o desaparecimento, o jovem inventou uma história sobre um acidente com o irmão.

A polícia, ao investigar, encontrou manchas de sangue e os celulares dos pais na casa. O cheiro forte levou os agentes a descobrirem os corpos na cisterna. A mãe da namorada do adolescente não acreditou nas acusações, considerando sua filha uma aluna exemplar.

A advogada criminalista Pamela Villar destacou que, se a investigação confirmar a participação da adolescente, ela pode ser responsabilizada por atos infracionais análogos a homicídio. O caso levanta preocupações sobre a influência de relacionamentos virtuais e a radicalização entre jovens.

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