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Ladrão conhecido é preso três vezes em quatro dias na Região Oceânica de Niterói

Cássio Cruz Ferreira, o "Chupa Limão", pode permanecer preso após nova tentativa de furto em Piratininga, aumentando a preocupação dos moradores.

Cássio Cruz Ferreira, de 35 anos, foi chamado de 'Chupa Limão' no relatório de inquérito da polícia (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
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  • Cássio Cruz Ferreira, de 35 anos, conhecido como “Chupa Limão”, foi preso novamente em Piratininga, Niterói.
  • Ele já havia sido detido três vezes em quatro dias por invasões a residências, deixando limões chupados como marca registrada.
  • No dia 2 de outubro, foi flagrado tentando invadir outra casa e portava objetos furtados.
  • O delegado Deoclécio de Assis acredita que, devido à reincidência, Cássio deve permanecer preso desta vez.
  • Moradores da região expressam preocupação com a segurança, já que ele possui 11 anotações criminais relacionadas a crimes contra o patrimônio e tráfico de drogas.

Preso três vezes em quatro dias, Cássio Cruz Ferreira, de 35 anos, conhecido como “Chupa Limão”, foi detido novamente em Piratininga, Niterói. Ele é acusado de invadir residências e deixar limões chupados como marca registrada. O último episódio ocorreu no dia 2 de outubro, quando foi flagrado tentando invadir outra casa, portando objetos furtados.

Cássio foi preso pela primeira vez no dia 28 de setembro, mas liberado rapidamente. Em menos de 20 minutos, ele foi recapturado ao ser reconhecido como autor de um furto. O delegado Deoclécio de Assis, da 81ª DP, acredita que, devido à reincidência, ele deve permanecer preso desta vez.

Moradores da região relatam que Cássio tem sido uma constante preocupação. Uma das vítimas, que teve sua casa invadida em junho, descreveu como o ladrão levou diversos itens, incluindo uma air fryer e um robô aspirador, deixando um limão chupado como “lembrança”. Outro morador, que também foi alvo de Cássio, destacou que o ladrão já havia invadido sua casa duas vezes, levando uma bicicleta avaliada em R$ 1.500.

A Polícia Civil está empenhada em manter Cássio sob custódia, já que ele possui 11 anotações criminais relacionadas a crimes contra o patrimônio e tráfico de drogas. A situação tem gerado um clima de insegurança na Região Oceânica, onde os moradores esperam que as autoridades consigam resolver o problema.

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