- A Prefeitura de Boituva denunciou a empresa Aventurar Balonismo por operar sem autorização.
- A denúncia ocorreu após a empresa anunciar a retomada de passeios de balão nas redes sociais.
- Um boletim de ocorrência foi registrado em 1º de novembro.
- A administração municipal informou que a Aventurar não possui inscrição municipal e não está autorizada a realizar atividades aéreas na cidade.
- O acidente de junho, que resultou na morte de uma passageira, levou à prisão do piloto por homicídio culposo e está sob investigação.
A Prefeitura de Boituva denunciou a empresa Aventurar Balonismo por operar sem autorização, após a companhia anunciar a retomada de passeios de balão nas redes sociais. O incidente ocorre após um trágico acidente em junho, que resultou na morte de uma passageira. Um boletim de ocorrência foi registrado nesta quarta-feira, 1º de novembro.
De acordo com a administração municipal, a Aventurar não possui inscrição municipal e não está autorizada a realizar atividades aéreas na cidade. A prefeitura informou que a fiscalização no local da empresa não encontrou atividade e que um pedido de inscrição municipal foi negado devido à falta de laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros. A nota oficial destaca que a empresa tenta transferir sua sede de São Paulo para Boituva, mas não apresentou a documentação necessária.
Compromisso com a Segurança
A prefeitura reafirmou seu compromisso com a segurança e a legalidade das operações de balonismo na região. “Qualquer denúncia sobre atividades irregulares pode ser registrada pelos canais oficiais da administração municipal”, afirmou a nota. O balonismo é uma atividade turística consolidada em Boituva, mas deve ser realizada apenas por empresas devidamente credenciadas.
O acidente de junho ocorreu durante um voo que decolou de Iperó, levando 33 passageiros. O piloto, que foi preso por homicídio culposo, tentou pousar em áreas inadequadas, resultando na queda do balão. Uma das vítimas, uma mulher, não sobreviveu aos ferimentos. O caso está sob investigação da Polícia Civil e do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa).
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