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Menina de 3 anos é encontrada presa em cadeira em escola do Paraná

Polícia investiga novos casos de maus-tratos na escola Shanduca, após menina ser encontrada amarrada em cadeira. Segurança das crianças está em risco.

Menina de 3 anos é fotografada presa em cadeira na mesma escola onde menino autista foi amarrado pelas mãos no Paraná (Foto: Reprodução/RPC)
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  • Uma nova denúncia de maus-tratos foi registrada na escola particular Shanduca, em Araucária, após uma menina de 3 anos ser fotografada dormindo com as mãos amarradas em uma cadeira.
  • O caso se junta ao de um menino de 4 anos, que foi encontrado amarrado em uma cadeira dentro do banheiro da escola.
  • O menino, que possui Transtorno do Espectro Autista (TEA) e é não verbal, foi descoberto por equipes da Guarda Municipal e do Conselho Tutelar após uma denúncia.
  • A professora suspeita de amarrar a criança foi presa em flagrante, e o Ministério Público pediu a conversão da prisão dela para preventiva.
  • A polícia investiga novas denúncias e busca ouvir outros funcionários da escola para esclarecer os fatos.

Uma nova denúncia de maus-tratos na escola particular Shanduca, em Araucária, veio à tona após uma menina de 3 anos ser fotografada dormindo com as mãos amarradas em uma cadeira. O caso se soma ao de um menino de 4 anos, que foi encontrado amarrado em uma cadeira dentro do banheiro da instituição. Ambos os incidentes estão sendo investigados pela polícia.

O menino, que possui Transtorno do Espectro Autista (TEA) e é não verbal, foi descoberto por equipes da Guarda Municipal e do Conselho Tutelar após uma denúncia. A professora suspeita de amarrar a criança foi presa em flagrante. O pai do menino, Augusto Ambrósio, revelou que a criança já havia sido submetida a situações semelhantes anteriormente.

Novas Revelações

Após a divulgação do caso do menino, o barbeiro Bruno Incott recebeu uma imagem da filha amarrada, que também relatou agressões por parte das professoras. O delegado responsável pela investigação, Erineu Portes, afirmou que a professora deve passar por uma audiência de custódia. O Ministério Público pediu a conversão da prisão dela para preventiva, visando proteger as crianças sob seus cuidados.

Além disso, o pai de outra suposta vítima registrou um boletim de ocorrência sobre maus-tratos ocorridos em 2023. A advogada que representa as famílias das crianças pretende solicitar que os casos sejam tratados em conjunto, dada a gravidade das acusações.

Investigação em Andamento

A escola ainda não se manifestou sobre os incidentes. A polícia busca ouvir outros funcionários da instituição para esclarecer os fatos. O caso gerou grande repercussão e levantou preocupações sobre a segurança das crianças em ambientes educacionais. As investigações continuam, e novas denúncias podem surgir à medida que mais informações são coletadas.

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