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Tony Tornado retorna às telas do Brasil aos 95 anos em grande estilo

Tony Tornado, aos 95 anos, brilha como radialista em "Êta Mundo Bom!" e é homenageado por sua carreira na música e na televisão.

Tony Tornado é o radialista Lúcio em Êta Mundo Melhor! (Foto: Globo/ Léo Rosário)
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  • Tony Tornado, ator e cantor, retorna às telas como o radialista Lúcio na novela Êta Mundo Bom!
  • O artista, que tem 95 anos, também participou da série Encantados e foi homenageado no especial Tributo, com Lázaro Ramos.
  • Tornado se destacou na minissérie Agosto, de 1993, interpretando Gregório Fortunato, o “Anjo Negro”.
  • Ele é lembrado por sua carreira musical, especialmente pela canção BR-3, que fez história no Festival Internacional da Canção em 1970.
  • Apesar das dificuldades enfrentadas durante a Ditadura Militar, Tony Tornado continua ativo e expressa gratidão pelas homenagens recebidas.

No ar como o radialista Lúcio na novela Êta Mundo Bom!, o ator e cantor Tony Tornado retorna às telas aos 95 anos, celebrando sua trajetória com novos projetos. Ele também participou da série Encantados e foi homenageado no especial Tributo, com a presença de Lázaro Ramos. “É engraçado, eu fiquei parado um tempo e, de repente, veio essa dose cavalar de tornados”, comenta o artista, que se mostra bem-humorado e otimista sobre o futuro.

Nascido Antônio Viana Gomes em Mirante do Paranapanema, São Paulo, Tony Tornado se destacou na televisão brasileira, especialmente na minissérie Agosto, de 1993, onde interpretou Gregório Fortunato, o “Anjo Negro”. Este papel o consolidou como um dos grandes nomes da dramaturgia nacional. Tornado também é lembrado por sua carreira musical, tendo feito história no Festival Internacional da Canção em 1970, com a música BR-3, que o projetou como um dos principais artistas da época.

BR-3 foi um marco na música brasileira, mas também enfrentou resistência durante a Ditadura Militar, que considerou a canção uma incitação à revolta racial. O compositor Tibério Gaspar chegou a ser interrogado por autoridades que viam a música como uma apologia às drogas. Apesar das adversidades, Tony Tornado continua ativo e expressa gratidão pelas homenagens que recebe. “Não sei nem se sou merecedor, mas tudo isso é muito legal”, afirma, refletindo sobre sua carreira e legado.

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