- A série “A garota roubada”, da Disney+, aborda o desaparecimento de uma menina em um bairro burguês nos arredores de Londres.
- A trama se inicia quando a menina vai dormir na casa de uma nova amiga e desaparece no dia seguinte.
- A investigação revela segredos familiares e envolve uma mulher que usou identidade falsa para alugar o local.
- Apesar de tratar de temas contemporâneos, como hostilização nas redes sociais, a série não aprofunda essas questões e apresenta clichês.
- A atuação de Ambika Mod, que interpreta uma repórter, é um dos destaques, embora sua participação seja limitada.
A nova série da Disney+, “A garota roubada”, traz uma trama de mistério que gira em torno do desaparecimento de uma menina de nove anos. A produção britânica, composta por cinco episódios de menos de uma hora, se passa em um bairro burguês nos arredores de Londres e destaca a atuação de Ambika Mod.
A história começa quando Lucía (Beatrice Campbell) vai dormir na casa de sua nova amiga, Josie (Robyn Betteridge). No dia seguinte, seus pais, Elisa (Denise Gough) e Fred (Jim Sturgess), chegam para buscá-la, mas a menina desapareceu. A casa onde Lucía pernoitou era um Airbnb, e a mulher que se apresentou como mãe de Josie, Rebecca (Holliday Grainger), usou uma identidade falsa e pagou o aluguel com um cartão de crédito roubado. A partir daí, inicia-se uma investigação que revela segredos familiares.
Embora a série aborde temas contemporâneos, como a hostilização nas redes sociais, esses tópicos não são explorados em profundidade. A narrativa é marcada por clichês e reviravoltas previsíveis, o que pode frustrar espectadores em busca de um enredo mais robusto. A crítica aponta que a trama se assemelha a um “livro de aeroporto”, oferecendo entretenimento sem deixar grandes impressões.
A presença de Ambika Mod, conhecida por seu papel em “Um dia”, é um dos pontos altos da série. Ela interpreta uma repórter, mas sua participação é limitada, o que deixa a desejar. As locações na Inglaterra e na França conferem um apelo visual à produção, que, apesar de suas falhas, pode agradar quem busca um mistério leve para maratonar. Adaptada do best-seller “Playdate”, de Alex Dahl, “A garota roubada” promete entreter, mesmo que não se aprofunde em suas temáticas.
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