- A AAA testou cinco sistemas de assistência ao motorista em engarrafamentos em Los Angeles, cobrindo 550 quilômetros em tráfego real.
- Os sistemas, chamados traffic jam assist, operam até 64 km/h em rodovias e exigem atenção constante do motorista, sendo classificados como condução autônoma de nível 2.
- Em média, os motoristas precisaram intervir a cada 9 minutos para corrigir falhas; em 85% das situações, a tecnologia não foi suficiente para garantir a segurança.
- As principais falhas ocorreram em mudanças de faixa e centralização do veículo; em todos os casos de retomada após parada, o motorista assumiu o controle.
- Sistemas “mãos-livres” exigiram menos intervenção, mas a AAA alerta que nenhum desses sistemas dispensa a atenção do condutor.
O estudo da AAA avaliou cinco sistemas de assistência ao motorista, conhecidos como traffic jam assist, em engarrafamentos reais na região de Los Angeles. Os testes percorreram 550 km em condições de tráfego intenso, com o objetivo de verificar a atuação desses sistemas em situações de trânsito congestionado.
Os dispositivos avaliados operam até 64 km/h em rodovias e são classificados como condução autônoma de nível 2. Eles exigem atenção constante do motorista, que precisa monitorar o caminho e estar pronto para assumir o controle a qualquer momento.
A pesquisa mostrou que, em média, o motorista precisou intervir a cada 9 minutos. Em 85% das situações, a tecnologia não foi suficiente para assegurar a segurança. As falhas ocorreram principalmente em mudanças de faixa e na centralização do veículo, especialmente durante retomadas após paradas.
Em relação aos modos de operação, sistemas com função mão-livre exigiram menos intervenção do condutor que os que solicitam as mãos no volante. Mesmo assim, a AAA ressalta que nenhum desses sistemas substitui a atenção humana durante a condução.
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