- Sean “Diddy” Combs apresentou nova apelação solicitando a anulação da condenação e a libertação da prisão, conforme documentos obtidos pela Page Six.
- No recurso, ele acusa o juiz Arun Subramanian de atuar como um “thirteenth juror” no julgamento relacionado ao tráfico sexual.
- Os advogados sustentam que a sentença de cinquenta meses foi baseada em acusações de extorção e tráfico de que o réu foi absolvido.
- O filing pede liberação imediata e, em alternativa, a emissão de julgamento de acquittal ou remessa para re-sentencing.
- Em julho, Combs foi considerado inocente em duas acusações de tráfico por força, fraude ou coerção e de conspiração de quadrilha, mas foi condenado por duas contagens de transporte para prostituição; ele está previsto para deixar a prisão em junho de 2028.
Sean “Diddy” Combs apresentou um novo recurso, buscando a anulação de sua condenação e a leftação da prisão. O pedido foi protocolado nesta terça-feira e envolve a apelação da sentença associada a acusações de prostituição e conspiração. O processo cita erros do juiz na condução do caso.
Segundo os documentos, o rapper de 56 anos aponta que o juiz Arun Subramanian atuou como um “thirteenth juror” no julgamento de sex trafficking ligado à Revolt. A defesa sustenta que a sentença de 50 meses se apoiou em acusações de racketeering e tráfico sexual das quais Combs foi absolvido.
Os advogados afirmam que as decisões judiciais sobre a condenação superaram o veredito do júri, incluindo alegações de coerção, exploração e conluio, o que, segundo eles, resultou na pena mais alta já aplicada a um réu com características parecidas.
Combs foi condenado em parte pelas acusações de transporte para prostituição, embora tenha sido absolvido de outras duas acusações de tráfico sexual por força, fraude ou coerção. A defesa solicita a libertação imediata ou a absolvição, ou ainda o remanejo para novo julgamento.
Em julho, o artista foi considerado não culpado em duas acusações de tráfico sexual e em conspiracy de racketeering, mas foi condenado por transporte para prostituição. A pena atual o mantém preso, com previsão de liberação apenas em junho de 2028, conforme o tribunal.
Detalhes do recurso e próximos passos
A defesa afirma que a sentença dependeu de acusações pelas quais Combs não foi condenado, o que, segundo eles, viola o veredito do júri. O recurso também solicita a soltura imediata caso a corte revogue a condenação ou determine a anulação para novo julgamento.
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