- David Schmidt Prado foi morto ao sair de uma academia em Londrina, região norte do Paraná, na noite de segunda-feira, dia cinco.
- O suspeito, Lucas Wancler, perseguiu a vítima com uma faca e desferiu cinco golpes durante a discussão ocorrida do lado de fora do estabelecimento, em hipótese de emboscada.
- A motivação, segundo a Polícia Civil, seria ciúmes, já que a vítima teria tido um caso com a mulher de Wancler. Câmeras flagraram a perseguição e os golpes.
- Um policial militar que estava no local conteve o agressor; Wancler foi preso em flagrante e autuado por homicídio qualificado. David não resistiu aos ferimentos.
- A academia Panobianco Faria Lima emitiu nota de pesar, informou que colaborará com as autoridades e permanecerá fechada até quarta-feira; a defesa de Wancler pediu respeito ao devido processo legal e à presunção de inocência.
Na noite de segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, David Schmidt Prado foi perseguido, esfaqueado e morto ao sair de uma academia em Londrina, no norte do Paraná. A motivação apontada pela polícia é ciúmes, envolvendo o suspeito Lucas Wancler, que também estava no local.
Câmeras da academia registraram a perseguição. Wancler esperou a vítima e, com a faca escondida, iniciou o ataque após a saída do estabelecimento. Ao todo, cinco golpes foram desferidos durante a investida, que ocorreu na área externa e no interior da unidade.
Um policial militar que estava no local conteve o agressor, que foi preso em flagrante. David foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. As imagens indicam uma emboscada, com Wancler esperando a vítima para atacá-la.
Investigação
A delegacia investiga a origem do caso, que permanece em fases iniciais. Wancler foi autuado em homicídio qualificado e está à disposição da Justiça. A defesa afirma que não há conclusão sobre autoria ou motivação neste momento, e preserva a ampla defesa.
O prédio da academia Panobianco Faria Lima emitiu nota de pesar e informou que coopera com as autoridades. O local esteve fechado e deve reabrir na quarta-feira, 7 de janeiro, conforme o comunicado. A instituição reiterou não ter participação no ocorrido.
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